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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Simpósio Brasileiro de Comunicação Científica - Chamada de trabalhos

O 3º Simpósio Brasileiro de Comunicação Científica: Perspectivas em Acesso Aberto - Cenários para 2020 será realizado em continuidade das ações do Departamento de Ciência da Informação (CIN) e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PGCIN) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Esse evento tem como objetivo proporcionar à comunidade acadêmica discussões sobre a comunicação científica com foco nas perspectivas de acesso aberto/livre e preservação digital, pretendendo avançar na discussão destas duas temáticas. Nesta edição, além da presença de pesquisadores nacionais e estrangeiros proferindo palestras e participando de mesas-redondas, será aberta a recepção de trabalhos científicos sobre o tema. Os trabalhos selecionados serão publicados em número especial da revista eletrônica Encontros Bibli. O evento será realizado nos dias 05 e 06 de junho de 2012, em Florianópolis, Santa Catarina.
Programação
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Dia 05/06/2012
Manhã
09:00 => 09:30 – Evento de Abertura
09:30 => 10:30 – Conferência da Profa. Elena Maceviciute,
Universidade de Boras (Suécia), sobre Preservação Digital
10:30 => 11:00 – Intervalo
11:00 => 12:00 – Conferência do Prof. Leslie Chan,
Universidade de Toronto (Canadá), sobre Acesso Aberto
Tarde
14:00 => 14:30 – Revista Encontros Bibli: uma trajetória
14:30 => 16:00 – Mesa Redonda Internacional com os Profs. Elena Maceviciute e Leslie Chan, mediada pela Profa. Sely Costa (UnB)
16:00 => 16:30 – Intervalo
16:30 => 18:00 – Mesa Redonda Internacional (continuação) Noite
20:00 – Jantar de Confraternização
 Dia 06/06/2012
Manhã
09:00 => 10:30 – Mesa Redonda sobre Acesso Livre à Informação, mediada pelo Prof. Hélio Kuramoto (IBICT), 
com a participação de Abel Laerte Packer (SciELO) e Nelson Pretto (UFBA/SBPC)
10:30 => 11:00 – Intervalo
11:00 => 12:00 – Mesa Redonda (continuação)
Tarde
14:00 => 16:00 – Apresentação de Trabalhos
16:00 => 16:30 – Intervalo
16:30 => 18:00 – Apresentação de Trabalhos
18:00 – Encerramento
 Tópicos de Interesse
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Os trabalhos que discutem e contribuem com o avanço do conhecimento nas áreas de Acesso Livre/Aberto e Preservação Digital são de interesse do SBCC. A lista de tópicos inclui:
- Os novos papéis dos stakeholders (pesquisadores, editores, editoras, bibliotecas, instituições de ensino superior, agências de fomento e governamentais) na comunicação científica
- O impacto das estratégias do Acesso Livre (vias Verde e Dourada) na Comunicação Científica
- Os direitos autorais e questões legais no Acesso Livre à informação científica
- A preservação digital e a memória da Comunicação Científica
- Avaliação científica e publicações científicas em Acesso Livre
- Políticas de Acesso Livre
- O papel das Bibliotecas Universitárias na Comunicação Científica pós-Acesso Livre
- Tecnologias em suporte à Comunicação Científica
- Web inteligente e o Acesso Livre à informação científica
- A Comunicação Científica na Web 2.0
  Instruções aos Autores
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A submissão de artigos será exclusivamente eletrônica. Para tal, autores devem acessar a URL http://www.sbcc.ufsc.br. Os artigos devem ser escritos em português e ser formatados seguindo o modelo de artigos da Revista Encontros Bibli, disponível em http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/login.
 Avaliação
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O processo de avaliação dos artigos submetidos levará em conta a adequação aos tópicos de interesse; a contribuição para as temáticas; a relevância do problema, do objeto e dos objetivos; a pertinência e adequação das opções teóricas e metodológicas; a coerência e profundidade da discussão científica; o domínio da literatura pertinente; a clareza e objetividade da apresentação dos resultados; a adequação da linguagem científica; a observância das normas e padrões de formatação e normalização utilizados pela revista Encontros Bibli.
 Datas Importantes
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Submissão de artigos: De 13/02/2012 a 13/03/2012
Comunicação aos autores: 23/04/2012
Envio da versão final dos artigos aceitos: 03/05/2012
 Maiores informações veja no site do evento:
05 e 06 de junho de 2012, Florianópolis (SC) - Brasil
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Comunicação Cientifica (Alexandra e Matheus)

A comunicação fez parte da evolução do homem, toda evolução veio de uma comunicação expressa em várias formas, que definiu o desenvolvimento do ser humano para se expressar, criou várias formas de comunicação que evoluíram ao longo dos anos e se adaptaram não somente à tecnologia, mas a necessidade do homem. Do ponto de vista da Bíblia falando podemos citar a torre de babel que incita a evolução das línguas,forma mais comum de comunicação.
Podemos destacar a comunicação científica que surgiu por volta do século XVII, Dias (1999, p. 1) a define “como a troca de informações entre membros da comunidade científica” . Os responsáveis pela disseminação da informação analisam e divulgam os resultados que forem aprovados pelos pares, iniciando assim o processo de comunicação científica. Dois canais são utilizados para a realização da comunicação cientifica, Dias (1999, p.1) os define como sendo formais que tem uma divulgação ampla e informais que tem caráter pessoal.
A comunicação cientifica permite a troca de informações entre pesquisadores, utilizando para deflagrar as informações os meios atuais de disseminação da informação um dos canais mais utilizados são os periódicos científicos. Alves (2000, p. 2) analisa que "além do uso de métodos e técnicas para a geração e divulgação do conhecimento e resultados advindas das pesquisas empreendidas pelos cientistas, devem ser divulgados e julgados por seus pares estabelecendo assim o nível de confiabilidade esperado". A comunicação científica é de fundamental importância para o desenvolvimento científico. A ciência e suas descobertas não terão sentido  o resultados desses estudos não forem disponibilizadas para comunidade.
 Referências
ALVES, Leticia. Informação e os sistemas de comunicação científica na Ciência da Informação. DataGramaZero - Revista de Informação. v.12, n.3 jun/201. Disponível em: http://www.dgz.org.br/jun11F_I_art.htm.Acesso em 05 de set.2011.
BIBLIA , A.T. Gênesis. Português. Bíblia sagrada. Tradução de Ivo Storniolo. São Paulo: Paulus, 1990. Cap. 11, vers. 1-8.
DIAS, Claudia Augusto. Comunicação Cientifica.[S.l. : s.n.], 1999. Disponível em: http://www.reocities.com/claudiaad/comunica.pdf.a .Acesso 05 de set. 2011.
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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Comunicação Científica(Felipe Miranda,Ana Vanessa,Vinicius)

O desenvolvimento de uma área do saber é marcado pela existência da literatura científica e profissional, associações científicas e cursos regulares para a formação de novos profissionais e de pesquisadores. Para publicar este conhecimento é essencial a unanimidade dos pares que se preocupam com a qualidade, confiabilidade e credibilidade das publicações.

Os principais canais de disseminação dos trabalhos realizados na biblioteca e ciência de informação no Brasil são os periódicos,livros,monografias,anais de encontros científicos e profissionais,esta literatura é a base que permite o avanço da ciência.atualmente o periódico em formato eletrônico esta sendo o mais utilizado devido a facilidade de acesso e o grande alcance do público.Segundo ALVES(2011,p.5)"As mudanças de suporte encontram-se cada vez mais
dinâmicas e interativas.Como exemplos de suporte e ambientes de comunicação científico,temos os espaços colaborativos acadêmicos,os blogs científicos,os colégios invisíveis eletrônicos,dentre outros".

Estes espaços colaboram e fortificam métodos,técnicas e teorias das pesquisas.Alves salienta que os blogs são espaços de comunicação científica muito utilizados na Europa e EUA e que no Brasil ainda é pouco utilizado,bem como as redes sociais. Devemos estar atentos a estas mudanças e aptos para atendermos estes usuários cada vez mais exigentes.
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Comunicação científica (André, Beatriz e Laís H.)

A comunicação científica é entendida como a comunicação de resultados de pesquisas à comunidade científica e também à pessoas interessadas, essa difusão facilita a criação e a disseminação de conhecimentos e de pesquisas.

A comunicação científica baseia-se na comunicação comum do dia a dia, salvo que a científica tem o caráter de divulgar resultados de pesquisas de diversas áreas do conhecimento facilitando outros pesquisadores dar seguimento às suas próprias pesquisas e/ou motivá-los a produzir cada vez mais.

Sendo comunicação, pode ser apresentada de diversas formas, em diversos suportes. Apresenta-se principalmente por dois canais: o formal e o informal.

A comunicação formal é direcionada a um público potencialmente grande, porém, proporciona pouca interação entre esse público e o pesquisador, o que pode vir a ser desinteressante, pois estamos numa época onde preza-se muito pela interatividade, pelas discussões que ela oferece, geralmente são informações mais antigas e que podem ser armazenadas e recuperadas. Os exemplos mais comuns de instrumentos usados na comunicação formal são: periódicos, livros, teses, dissertações e anais de reuniões científicas.

A comunicação informal apresenta um público mais restrito, porém com mais capacidade de feedback, que é o retorno, ao pesquisador, sendo essas geralmente informações que não podem sem armazenadas e nem recuperadas, representa a parte do processo invisível ao público, está caracterizada por contatos pessoais, conversas telefônicas, correspondências, cartas, pré-prints e assemelhados

O trabalho científico, propriamente dito, é avaliado, segundo Demo (1991), pela sua qualidade política e pela sua qualidade formal. Qualidade política refere-se fundamentalmente aos conteúdos, aos fins e à substância do trabalho científico. Qualidade formal diz respeito aos meios e formas usados na produção do trabalho. Refere-se ao domínio de técnicas de coleta e interpretação de dados, manipulação de fontes de informação, conhecimento demonstrado na apresentação do referencial teórico e apresentação escrita ou oral em conformidade com os ritos acadêmicos.


DEMO, Pedro. Avaliação qualitativa. São Paulo: Cortez, 1991. Disponível em: . Acesso em 23 ago. 2011.

MUELLER Suzana Pinheiro Machado. A ciência, o sistema de comunicação científica e a literatura científica. In: CAMPELLO, Bernadete Santos; CENDÓN Beatriz Valadares; KREMER Jeanette Marguerite (Orgs.). Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: UFMG, 2007.

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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Comunicação Científica na biblioteconomia e na ciência da informação(Natália R.& Cleidiane)

A comunicação científica permite a troca de informações entre pesquisadores em diversas partes do mundo, permitindo assim que uma mesma pesquisa possa estar sendo desenvolvida por pesquisadores diferentes em lugares,o que antes não era possível. A comunicação ocorria por meio de cartas, por exemplo, o que fazia com as informações não fossem atualizadas rapidamente.
A comunicação científica "tem como principal função, dar continuidade ao conhecimento científico, já que as possibilita a disseminação desse conhecimento a outros cientistas, que podem a partir daí, desenvolver outras pesquisas." (DIAS,1999,p.2)
 A comunicação científica se expressa por meio de dois canais: o formal e o informal. Os canais formais tem uma divulgação mais ampla, podem ser armazenados permanentemente, são representados por livros e periódicos. Já os canais informais são comunicações de caráter pessoal, como os seminários, os colóquios, etc.
Para uma pesquisa ser publicada ela deve ser avaliada pelos pares, ou seja, os especialistas da área, passando assim credibilidade a mesma. Alves(p.2) afirma que
Além do uso de métodos e técnicas para a geração e divulgação do conhecimento e resultados advindas das pesquisas empreendidas pelos cientistas, devem ser divulgados e julgados por seus pares estabelecendo assim o nível de confiabilidade esperado.
Um dos canais mais usados para esta divulgação é o periódico científico já que para um artigo ser publicado, ela passa por diversos processos de avaliação antes de ser aceito, passando assim, confiabilidade a pesquisa que ali será exposta a seus leitores.
Sendo assim, se não houver comunicação científica, o trabalho feito por um pesquisador não tem validade, a disseminação desse conhecimento seria muito falha, e talvez nem mesmo houvesse a ciência tal como hoje a conhecemos.
Referência
DIAS, Claudia Augusto. Comunicação Cientifica.[S.l. : s.n.], 1999. Disponível em: http://www.reocities.com/claudiaad/comunica.pdf.a .Acesso
ALVES, Leticia. Informação e os sistemas de comunicação científica na Ciência da Informação.[ S.l : s.n],[200?]. Disponível em: http://www.dgz.org.br/jun11F_I_art.htm.Acesso em 21 de ago.2011.
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domingo, 21 de agosto de 2011

Comunicação Científica(Adriana, Magda e Natália L.)

O ser humano para se expressar, criou várias formas de comunicação que evoluíram ao longo dos anos e se adaptaram não somente à tecnologia, mas a necessidade do homem.
Podemos destacar a comunicação científica que surgiu por volta do século XVII, Dias (p. 1) define “como a troca de informações entre membros da comunidade científica” e acrescenta que ela tem como principal “função dar continuidade ao conhecimento científico”.
A troca de informações se deu por diversas maneiras, no inicio através de cartas, contudo demoravam muito a chegar a seu destino e outras tantas eram extraviadas, muitas descobertas feitas na época não chegavam ao conhecimento de todos os pesquisadores. Atualmente graças as inovações tecnológicas a transmissão de informação foi facilitada, uma vez que existe a possibilidade de troca de dados entre pesquisadores durante o desenvolvimento da pesquisa.
Segundo Campello, Cendón, Kremer (2000, p. 22):
Determinada pesquisa costuma produzir várias publicações, geradas durante a realização da pesquisa e após seu término. Tais publicações variam no formato, (relatórios, trabalhos apresentados em congressos, palestras, artigos de periódicos, livros e outros), no suporte (papel, meio eletrônico e outros), audiências (colegas, estudantes, público em geral) e função (informar, obter reações, registrar autoria, indicar e localizar documentos, entre outras). O conjunto dessas publicações, que chamamos de literatura científica, permite expor o trabalho dos pesquisadores ao julgamento constante de seus pares, em busca do consenso que confere a confiabilidade.
De acordo com (MUELLER, p. 33) “a ‘verdade cientifica ‘ é produto de consenso, permanentemente sujeita à retificação. A comunicação científica delega a tarefa de julgamento a um grupo pequeno de especialistas, os nossos pares ‘encarregados do discurso cientifico’.
Vemos uma necessidade de avaliar em conjunto, para dar credito a um estudo. Assim a literatura científica é muito importante para a comunicação científica, pois o resultado de uma pesquisa só será cientifica se tiver o aval dos seus pares. (CAMPELLO; CENDÓN;KREMER, 2000).
Portanto um trabalho para ser publicado passa por alguns filtros para ser passada uma informação precisa. Campello (2000, p. 22-23) diz que:
A produção literária de uma área do conhecimento envolve muitas e diferentes atividades de comunicação entre os pesquisadores, algumas das quais antecedem e outras se seguem a sua publicação. Conforme suas características, essas atividades costumam ser chamadas de comunicação informal ou comunicação formal.
A comunicação científica utiliza-se de vários meios, para se propagar o conhecimento gerado, podemos delimitar como comunicação informal os seminários, fóruns; entrevistas e ate mesmo conversa pessoais entre pesquisadores e como comunicação formal os registros em livros, periódicos da área de pesquisa entre outras fontes.
Referências:
DIAS, Claudia Augusto. Comunicação Cientifica.[S.l. : s.n.], 1999. Disponível em: http://www.reocities.com/claudiaad/comunica.pdf
CAMPELLO, Bernadete Santos; CENDÓN, Beatriz Valadarez; KREMER, Jeannette Marguerite. Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: Edtora UFMG, 2000.

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sábado, 20 de agosto de 2011

Comunicação científica (Rosalinda e Gisele)

O homem encontra respostas para inúmeras situações e fenômenos e tenta conhecer o mundo através da ciência.O que possibilita que as descobertas sejam feitas é a comunicação científica.A comunicação científica possibilita:
*as trocas de informações;
*legitimação do conhecimento;
*aceitação dos resultados pelos pares e a
*divulgação dos resultados das pesquisas.
Na comunicação científica o fluxo da informação engloba a produção, disseminação e uso da informação, sendo este um processo de transferência da informação de um emissor para um receptor.
O que torna possível a divulgação das pesquisas são os canais de comunicação, classificados em formais e informais.
Canais formais:
*ampla divulgação;
*informações coletadas e armazenadas;
*não há interação entre autores
Canais informais:
*transferência da informação pessoa a pessoa;
*rapidez na divulgação;
*interação direta.
Os documentos produzidos durante o processo de pesquisa podem ser classificados como primários, secundários e terciários.
As mudanças causadas pela tecnologia alteram, modificam, ampliam e proporcionam maior rapidez, eficiência, amplitude, rompendo assim barreiras temporais, geográficas e financeiras.
A comunicação científica se restringia a cartas entre os pesquisadores e não havia um centro que se responsabilizasse pela transmissão dessas publicações.Com isso, muitos trabalhos deixavam de ser conhecidos por outros cientistas, Devido ao crescimento da ciência, do número de cientistas e da literatura científica, a comunicação científica se tornou cada vez mais dependente das funções de recuperação de informação.




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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Os canais de comunicação científica


A comunicação científica é fundamental para o avanço da ciência. Não há sentido na produção de conhecimento científico se não ocorre a sua difusão. É a partir desta difusão que é possível gerar novos conhecimentos, produzir ou completar as pesquisas em andamento e principalmente aplicar este conhecimento em benefício e desenvolvimento da sociedade. Para a disseminação do conhecimento a comunicação conta com os canais informais, formais, semi-formais supra-formais conforme destaca Araújo (1998, p. 29-31) citado por Costa (2008)

a) canais informais: são aqueles caracterizados “por contatos realizados entre os sujeitos emissores e receptores de informação”, configurando-se em contatos interpessoais. Exemplos: reuniões, trocas de correspondências institucionais/técnicas/científicas, visitas técnicas, etc.
b) canais formais: são aqueles que “veiculam informações já estabelecidas ou comprovadas através de estudos”. Exemplos: documentos institucionais/ técnicos/ científicos, livros, periódicos científicos, obras de referência, etc.
c) canais semi-formais: configuram-se pelo uso simultâneo dos canais formais e informais. Exemplos: eventos acadêmicos, eventos técnico-científicos e profissionais, desenvolvimento de pesquisas científicas, etc. (utilizando ao mesmo tempo textos, conversa face a face, palestras, mesas-redondas, exposição de trabalhos, livros, periódicos, dentre outros).
d) canais supra-formais: configuram-se nos mais atuais canais de comunicação, os canais de comunicação eletrônica, ou seja, canais plurais de comunicação científica através do uso das tecnologias da informação e comunicação TIC’s. Exemplos: documentos eletrônicos, livros eletrônicos, periódicos eletrônicos, a própria internet, sites especializados de busca, documentos wiki construídos de maneira livre e compartilhada via internet, bases de dados, bibliotecas digitais, portais de informação científica, trocas de e-mails institucionais/técnicos/científicos, etc.

Referência
COSTA, Luciana Ferreira da. 2008. Usabilidade do Portal de periódicos da capes.  238fls. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação). Universidade Federal da Paraíba, Centro de Ciências Sociais Aplicadas, João Pessoa.
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