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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Avaliação de fontes de informação na internet

Com o objetivo de  subsidiar a avaliação de fontes de referência na Internet, TOMAÉL et al., 2001, após 2 anos de estudos teóricos e pesquisas em sites  desenvolveram critérios preliminares de qualidade para avaliar  fontes na rede.  Segundo os autores após diversos testes foram elaborados os seguintes critérios, conforme apresentados sinteticamente a seguir:

a) informações de identificação: dados detalhados da pessoa jurídica ou física responsável pelo site de forma a identificá-la plenamente:
b) consistência das informações - detalhamento e completeza das informações que fornecem: Cobertura da fonte, Validez do conteúdo, Resumos ou informações complementares como elementos que realmente
contribuam para a qualidade, Coerência na apresentação do conteúdo informacional;Oferta de informações filtradas ou com agregação de valor.
c) confiabilidade das informações . investiga a autoridade ou responsabilidade; Conteúdo informacional relacionado à área de atuação do autor demonstra relevância;
d) adequação da fonte - tipo de linguagem utilizada e coerência com os objetivos propostos:
e)  links:  Links internos  -  recursos que complementam as informações da fonte e permitem o acesso às informações e a navegação na própria fonte de
informação;  atualização dos links, apontando para páginas ativas;
f) facilidade de uso - facilidade para explorar/navegar no documento:
g) lay-out da fonte -
h) restrições percebidas - são situações que ocorrem durante o acesso e que podem restringir ou desestimular o uso de uma fonte de informação:
i) suporte ao usuário - elementos que fornecem auxílio aos usuários e que são importantes no uso da fonte,
j) outras observações percebidas: recursos que auxiliam o deficiente no uso.
 Fonte:
TOMAÉL, Maria Inês et al. Avaliação de fontes de informação na internet: critérios de qualidade. Informação & Sociedade; estudos, João Pessoa, v. 11, n. 2, p. 13-35, 2001.

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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Avaliação final da disciplina Fontes Gerais de Informação(leitura obrigatória)

Fonte da imagem: Planeta Educação
Para encerrar as atividades deste semestre peço que você me ajude a avaliar a nossa disciplina e as aulas ministradas.O momento é de reflexão, de receber o retorno sobre nossas discussões, as tarefas, o conteúdo, o nível de interação, o professor e, o aluno também. Aproveite esta oportunidade para pensar na sua formação e participe. A sua opinião é muito importante para ajudar a melhorar a disciplina, o curso, entender  o quanto você cresceu e ainda pode crescer no seu aprendizado. E, de minha parte o que pode ser melhorado no ensino do conteúdo. Para responder existem 2 opções; 1) acessar o arquivo enviado para o seu e-mail e 2) preencher o formulário abaixo. Inserir o seu nome na última questão para eu pontuar esta atividade. Não se esqueça de clicar em Submit ao terminar o preenchimento. Enviar até o dia 05/07/11. Se tiver algum problema com o questionário, deixe uma mensagem em comentários.Obrigada!!
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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Fontes de Informação na Internet (Alexandra, Denilson, Matheus)

A Internet é um dos principais meios de comunicação do mundo atual, e o número de adeptos da web está em grande expansão, à preferência a ela em relação à busca de informações esta ligada à possibilidade de ter acesso imediato ao próprio documento em diversas mídias. 
 A história da internet teve inicio com a invenção de do telefone por Graham Bell, “Sem telefonia, a internet não seria o que é hoje, foi justamente à capacidade instalada no sistema telefônico que viabilizou a conexão em computadores em longa escala.” (GUIMARÃES, 2005).
No Dicionário de informática Pfaffenberger (1996) a internet “é um sistema de grandes proporções, em constante expansão, que interliga redes de computadores do mundo inteiro.” dentro deste universo de comunicação próprio, existem alguns verbetes que são comumente já se incorporaram aos dicionários como é o caso do termo On-line que significa estar conectado diretamente a um computador.
Segundo Guimarães (2005) “a cada dia surge novas aplicações para a Internet essas aplicações vão se somando às já existentes ou modificando as disponíveis.”.
O futuro da Internet vai se delineando de acordo com os avanços tecnológicos. Os operadores destas novas tecnologias são de suma importância para os internautas enquanto pesquisadores. Sobre esta participação do ser humano no desenvolvimento e uso de novas tecnologias Foskett (1969) analisa que “antes de mais nada, o computador (ou qualquer outro sistema mecanizado) não faz nada além daquilo que lhe é dito para fazer. È um idiota, altamente capacitado, sem dúvida, mas um idiota.”.
Provando que esta afirmação verdadeiramente se confirmou avaliamos alguns programas e constatamos que se o pesquisador não utilizar alguns critérios de busca e utilização da informação, provavelmente ele recuperará muito mais do que deseja.
De acordo com Pinto et. al (2003)
Cuidados são necessários ao utilizar a Web como fonte de pesquisa, como: ter critérios de avaliação do documento de hipermídia para detectar se a informação é fidedigna e que tipo de informação está sendo oferecida: negócios, lazer, governamental, pesquisas recentes, comunidades eletrônicas (grupos de discussões, informativos dirigidos), e eventos. Cabe lembrar que a Web não possui cobertura total e nem substitui a revisão de artigos pelos pares, mas ajuda significativamente na realização de buscas e pesquisas tanto acadêmicas como comerciais. (PINTO et al., 2003 p.4).
O pesquisador na Internet precisa utilizar um programa navegador que o auxilie no processo de busca. Para Guimarães (2005) estes programas são classificados como “màquinas de busca (engenhos de pesquisa), páginas brancas e amarelas (índices), meta-máquinas de busca, guias Web, organizações que fornecem acesso a catálogos.”

Definição de fontes de Informação:
De acordo com Charteness, (1999) “Entende-se como fonte de informação qualquer indicação ou registro que fornece uma informação para responder uma pergunta e/ou preencher uma necessidade de um usuário.”
Por estes termos descritos a fonte de informação virtual é uma fonte de informação que se encontra na Web,usando o ciberespaço (espaço virtual) como suporte para seu acervo,cujo deverá ser consultado por internautas(usuários da internet).
Tipologia: 
As fontes de informações na internet podem ser classificadas de diversas formas, inicialmente podemos distinguir tais fontes como formais e informais:
  • Fontes de informações formais: Estas fontes possuem copilação bibliográficas, sendo consideradas fontes seguras por possuírem referencias. Ex: SCIELO, BIREME
  • Fontes de informações informais : São fontes cujo seu acervo informacional é construído a partir de trocas de informações pelo seus usuários,tais fontes não são confiáveis por não possuir referencias,deixando a veracidade de seu acervo a duvidar.Ex: Wikipédia,Yahoo pergunta,Cifra Club. 
Agora podemos determinar se as fontes são primárias ou secundárias.
    • Fontes de informações primárias: Neste tipo de fonte as informações são publicadas diretamente pelos autores,as publicações vão de trabalhos acadêmicos,livros,artigos científicos entre outras publicações.Ex: Revistas eletrônicas .
    • Fontes de informações secundárias: Este tipo de fonte de informação tem o papel de referenciar, pois organizam o acesso as informações existente nas fontes primárias.Ex: Bibliografias on-line,Bibliotecas virtuais...
    Enfim, agora faremos uma descrição mais específica dos tipos de fonte de informações encontradas na Web. 
    Ao utilizar um programa navegador o internauta terá uma grande quantidade de endereços que irá ajudar a encontrar a informação que deseja, tais programas são classificados como:
    • Maquinas de Busca: Programas de computador utilizados para busca de informações por palavras indexadas. Ex: Google, Todobr,Radar UOL.
    • Paginas amarela ou branca (índice): Sites que organizam informações como um catalogo telefônico. Ex: Yahoo! , Cadê?
    • Meta máquinas de busca: São máquinas que pesquisam em várias outras organizando os endereços encontrados. Ex: Família Miner,KartOO,Tay. 
    • Guias Web são sites e portais que organizam a informação por grupos de assunto citamos Blog Fontes http://fontesgerais.blogspot.com/ que contém links para: Bibliotecas Virtuais, Peródicos eletrônicos, Jornais Brasileiros, Arquivologia, Repositórios Digitais, Ciência da Informação e Biblioteconomia.
     Devido à quantidade de fontes de informação disponíveis na Internet é imprescindível avaliá-las com critérios que para Simão e Rodrigues (2003) devem ser a :
    abrangência /cobertura e propósito, atualidade, metadados, correção, autoridade/copyright, objetividade, inteligibilidade, apreensibilidade, operacionalidade, adequação, acurácia, interoperabilidade, conformidade e segurança de acesso.(SIMÃO E RODRIGUES,2003, p.3)
    Dentro destes critérios avaliamos o Portal BIREME que apresentaremos em aula.
    Avaliação:
    A avaliação feita no portal BIREME foi feita a partir da prática, para melhor analise e compreensão das possíveis dificuldades encontrada na busca da informação por um usuário, esta avaliação não se trata de uma analise de conteúdo informacional, pois se trata de um portal especializado na área da saúde.
    A BIREME é um banco de dado virtual, que faz parte de uma rede internacional de banco de dados, oferecendo ao usuário a possibilidade de recuperação de artigos estrangeiros, ampliando assim sua capacidade de busca de informação, ele também dispõem de serviços, como oferecer noticias sobre a área pelo e-mail, assim como outros portais padrões.
    A primeira observação que fizemos foi em relação ao layout do portal, este possui, uma boa combinação de cores, e uma organização perfeita de seus serviços. Em relação à forma de busca, ele oferece opções de acordo com a necessidade ou preferência do usuário, como a busca pelo titulo, autor e assunto, ou pelas três formas citadas,
    Pode-se optar pela pesquisa via descritores do próprio portal, do qual você pode escolher entre anatomia, doenças, saúde publica entre outros termos descritores que facilitam a pesquisa, ele também ofereço opção de escolha de banco de dados , alem de escolha do idioma do artigo a pesquisar, ano de publicação, tipo de estudo, assunto principal, tudo para facilitar a recuperação da informação.
    Porém sentimos uma necessidade de uma descrição de como utilizar o sistema de busca, em relação a isto o BIREME deixou a desejar, pois poderia nos poupar tempo se não fosse necessário explorar seu sistema de busca. Sobre a recuperação da informação, não houve ruído, teve uma total relevância no assunto buscado, e notamos um diferencial no modo como ele lhe permite salvar a informação recuperada, ele lhe oferece a opção, imprimir, salvar em fotocópia, exportar a citação, enviar para o e-mail e o resumo do artigo encontrado, poupando o tempo do pesquisador, deixando-o a um “click” de recuperar sua informação. A seguir enumeramos alguns links interessantes, tais como:
    Referências
    FOSKETT, Douglas John. Serviços de informação em bibliotecas. São Paulo: Polígono, 1964. 
    GUIMARÃES, Ângelo de Moura Guimarães. Internet. In: CAMPELLO, Bernadete; CALDEIRA, Paula da Terra (org.). Introdução ás fontes de informação. Belo Horizonte: Autêntica, 2005. cap. 10. p.159-178. 
    HARTENESS, Ann.Brasil: obras de referência,1965-1998. Brasilia : Brinquet de Lemos,1999.
    LOPES, Ilza Leite. Novos paradigmas para avaliação da qualidade da informação em saúde recuperada na Web. Ci. Inf., Brasília, v. 33, n. 1, p. 81-90, jan./abril 2004. Disponível em Acesso em: 08 jun. 2011. 
    PFAFFENBERGER, Bryan. Webster’s New World: Dicionário de informática. 6 ed. Rio de Janeiro: Campos, 1998.

    PINTO, Marli Dias de Souza et al. Diversidade da recuperação de informações via Internet na pesquisa e ensino. Rev. ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, v.8/9, p. 143-154, 2003/2004. Disponível em <http://www.acbsc.org.br/revista/ojs/viewarticle.php?id=98&layout=abstract> Acesso em: 08 jun. 2011.

    SILVA, Fabiano Couto Corrêa da. Avaliação de fontes de informação na Web: um estudo focado na Wikipédia. 133 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Programa de Pós-Graduação e Ciência da Informação, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2008. Disponível em: http://www.cin.ufsc.br/pgcin/Silva,%20Fabiano%20Couto.pdf 
    SIMÃO, João Batista; RODRIGUES, Georgete. Acessibilidade às informações pública: uma avalição do portal de serviços e informações do governo federal. Ci. Inf., Brasília, v. 34, n. 2, p. 81-92, maio/ago.2005. Disponível em Acesso em: 08 jun. 2011.
    TOMAÉL, Maria Inês et. al. Critérios de qualidade para avaliar fontes de informação na Internet. In: Avaliação de fontes de informação na Internet. Maria Inês Tomaél , Marta Lígia Pomim Valentim (Org.). Londrina: Eduel, 2004, p. 19-40. ((•)) Ouça este post

    Enciclopédias (Adriana, Magda e Natália Leal)

    Fontes de informação secundárias
    Definição: Enciclopédias são coletâneas de definições e descrições sobre determinados assuntos, que apresentam de forma sistemática o conteúdo das várias artes e ciências, é um instrumento para a busca da verdade do conhecimento. A origem da palavra enciclopédia vem do grego enkyklopandeia formada por enkyklos = circular e pandeia = educação, cultura. Que significava um círculo completo de educação que abrangia todos os ramos do saber (CAMPELLO, 2008, p.9).
    Histórico
    Aristóteles (384 a.c - 322 a.c) foi considerado o pai da enciclopédia, devido ao conjunto de suas obras que se estendeu a vários assuntos, apesar, de não terem sido escritos com esta finalidade. Anteriormente eram chamadas de dicionários, mas com a necessidade de se expandir as definições das palavras para conceitos mais amplos. Surge, assim, a enciclopédia com objetivos de aprofundar o conhecimento sobre determinado tema. Segundo Campello (2008): o termo enciclopédia apareceu no séc. XVI com a publicação, em 1559, da obra denominada Enciclopédia ou conhecimento do mundo das disciplinas tanto sagradas quanto profanas do escritor alemão Paul Scalich (1534-1573).
    A famosa Encyclopédie ou Dictionnaire Rainsonée dês Sciences, dês arts e des Métiers, conhecida apenas por Encyclopédie, surgiu ligada ao Iluminismo, movimento que preconizava a divulgação ampla do saber, sendo baseada na obra de Ephraim Chambers (1680- 1740), denominada Cyclopedia ou Universal Dictionary of Arts and Sciences, publicada em 1729, em dois volumes na Inglaterra.
    O filósofo Denis Diderot (1713-1784), traduziu esta obra para o francês com a colaboração de 160 pessoas, entre eles, destacam-se Jean Jacques Rousseau (1712-1778) e Charles Montesquieu (1689-1755), sua finalidade era apresentar de maneira mais completa possível, a ordem e sistemática do conhecimento humano e, como obra descritiva das ciências, artes e comércio.
    A técnica inovadora da Encyclopédie exerceu grande influência nas que foram publicadas posteriormente.
    Enciclopédias impressas
    Antes da invenção da imprensa a maioria das enciclopédias tinham um arranjo metódico ou sistemático, por grandes assuntos. Conforme Campello (2008): esse arranjo diferia de obra para obra, a critério do autor, cada um escolhendo a ordem que lhe parecia mais lógica. Em 1620 o filósofo inglês Francis Bacon (1561-1626) dividiu o conhecimento em três grandes classes:
    · Natureza externa: astronomia, meteorologia, geografia, minerais, vegetais e animais
    · Homem : anatomia e fisiologia
    · Ação do homem na natureza: medicina, química, artes visuais, sentidos emoções, intelecto, arquitetura, transporte, aritmética e outros assuntos
    Bacon conseguiu esquematizar o conhecimento disponível na época,desta maneira e esse sistema de classificação teve grande influência na qualidade da organização e do conteúdo das enciclopédias produzidas posteriormente.
    O arranjo sistemático foi cedendo lugar ao alfabético com o surgimento dos dicionários enciclopédicos, com verbetes curtos e ordenados alfabeticamente. Segundo Cunha (2010) o protótipo da moderna enciclopédia do mundo ocidental foi apresentado em 1704 na obra Lexicon technicum, de John Harris (c 1666-1719). Continha uma compilação de artigos, organizados alfabeticamente, escritos por inúmeros especialistas e com uma copiosa bibliografia [...] nela Harris também inseriu figuras e desenhos, texto com enfoque prático e ênfase na necessidade de inclusão de assuntos científicos e técnicos. Essa estrutura editorial, com mais de 300 anos, ainda é seguida até os dias atuais.
    As enciclopédias dependem para sua apresentação dos serviços que irão oferecer, podem incluir todos os ramos do conhecimento, ou apenas um sendo conhecidas de gerais ou especializadas, respectivamente. Há as que se referem à assuntos de um país em todas as áreas e são chamadas de nacionais e conhecidas pelo adjetivo pátrio, por exemplo: Britannica, Italiana. As especializadas entram em minúcias dos assuntos e seus verbetes são elaborados por especialistas em suas áreas. (CUNHA, 2010, p.2).
    As enciclopédias impressas eram atualizadas através de livros complementares, que faziam uma síntese dos acontecimentos do ano anterior. Conforme Cunha (2010) as funções principais de uma enciclopédia são:
    · Dar respostas factuais ou imediatas ( quem, como, qual, quando, onde?)
    · Dar informações sobre antecedentes ou retrospectivas
    · Sugerir leituras complementares
    Segundo Martín Veja (1995, apud CUNHA, 2010, p. 3) as enciclopédias podem ser classificadas sob vários aspectos:
    · Marco temático: geral ou universal – todos os ramos do conhecimento. Ex. Barsa, Mirador, Britannica. Especializada – se dedica a um único conhecimento. Ex. Enciclopédia da ciência
    · Limites geográficos: nacionais- temas de determinado país ou internacionais
    · Usuários ou clientela: enciclopédias para adultos, crianças ou adolescentes
    · Extensão: em um volume ou vários volumes
    · Suporte: papel, eletrônica ou digital
    · Ordenação ou arranjo: alfabética com verbetes em ordem alfabética ou sistemática ordenadas por grandes assuntos
    Sobre as dúvidas entre as diferenças de uma enciclopédia, dicionário e um dicionário enciclopédico é importante ressaltar que:
    ·         Enciclopédia agrupa informações sobre inúmeros assuntos, de forma abrangente
    ·         Dicionários definem palavras
    ·         Dicionário enciclopédico combina as características dos dois tipos de obras em um enfoque menos aprofundado do que uma enciclopédia
    ·         As enciclopédias impressas podem ser consideradas como uma das mais importantes obras de referência tendo em vista sua amplitude pois permite ao leitor fazer busca e encontrar resposta para as mais variadas indagações, redireciona o leitor para outros tipos de fontes de informação, com suas atualizações aumentava o seu ciclo de vida, atende um variado tipo de leitores, incluem ilustrações, gráficos e tabelas, os verbetes ou artigos são escritos por especialistas.Exemplos de enciclopédias impressas:
    · Enciclopédia Barsa universal. 2 ed.São Paulo: Barsa Planeta, 2009. 18 volumes abrange todos os assuntos com ênfase no contexto brasileiro
    · Enciclopédia do estudante. São Paulo: Moderna, 2008. 20 volumes, indicada para jovens de 11 a 17 anos adaptada aos conteúdos educacionais contidos nos parâmetros brasileiros
    Enciclopédia eletrônica 
    A versão eletrônica foi criada para os usuários que utilizam seus computadores pessoais constantemente. O sistema rígido/ controlador da enciclopédia tradicional, que além de reter a pessoa a uma busca predeterminada por sua tipologia, passou e passa por constantes atualizações mostrando que o pesquisador tem um leque de opções para chegar ao objetivo de sua pesquisa.
    Utilizando hiperlink, que são palavras ou expressões dentro do texto que remetem a outro texto ou imagem dando significado ou até mesmo apresentando itens relacionados ou não com o assunto. É a partir desta concepção que essa novas enciclopédias se baseiam, sem forma rígida e com inúmeros recursos disponíveis como vídeos, animações interativas, imagens e até mesmo jogos educativos.
    Como citado às enciclopédias tradicionais provocam no usuário um condição de limitação e em contra partida a versão eletrônica provoca o desorientamento, uma vez que o excesso de hiperlinks dispersão a atenção para outros assuntos que podem não ser de interesse do pesquisador.
    Com o avanço da tecnologia a produção da versão eletrônica evoluiu do CD-ROM para o DVD, e vemos que as empresas fabricantes investem muito em outros serviço de informação como a solicitação de consultadas individuais (CAMPELLO, 2008).
    Enciclopédia On-line
    A internet foi um grande marco na história, proporcionou a globalização, a informação em tempo real para o mundo todo, além de outros inúmeros benefícios.
    Dentro do universo da Web, podemos destacar as enciclopédias on-line, segundo Cunha (2010), foi a partir do ano de 1996 que elas começaram a ter seus conteúdos disponibilizados, com acesso gratuito ou mediante assinatura.
    Este formato on-line além de conter uma diversidade de enciclopédias dos mais diversos gêneros, é muito prático.
    Dentre as enciclopédias de formato on-line mais conhecidas, podemos destacar a Britânnica e a Wikipédia. Amorim e Vicária (2006, p. 41) comentam que a Enciclopédia Britânnica possui “acesso ilimitado, exige pagamento de mensalidade e possui 28 mil verbetes e 120 mil artigos”, além de ser escrita por especialistas da área.
    A Wikipédia segundo Amorim e Vicária (2006), foi criada em janeiro de 2001, pelos americanos Jimmy Wales e Larry Sanger, seu nome já sugere sua função pois, Wik é um conjunto de palavras interligadas que podem ser visitadas e editadas por qualquer pessoa, portanto ela é gratuita e escrita apenas por internautas, que podem editar seu conteúdo.
    Esta enciclopédia reúne por volta de 3,1 milhões de artigos em 205 línguas e 1,6 milhões de verbetes, Amorim e Vicária (2006, p. 40) ainda acrescentam que ela “criou no meio digital o maior fenômeno editorial dos tempos modernos, a maior fonte de referência do mundo e repositório de informações.” Atualmente supervisores voluntários revisam as alterações, fazendo possíveis correções e evitando abusos, como difamação ou vandalismo.
    Portanto a Enciclopédia On-line veio para acrescentar, ela proporcionou de forma atualizada e concisa o assunto pretendido, podendo ser acessado de forma ágil pela população mundial.

    Referências
    AMORIM, Ricardo; VICÁRIA, Luciana. A enciclopédia pop. Época, São Paulo, p. 40-41, 23 jan. 2006.
    CUNHA, Murilo Bastos da. Manual de fontes de informação. Brasília: Briquet de Lemos, 2010.
    CAMPELLO, Bernadete; CALDEIRA, Paulo da Terra. Introdução as fontes de informação. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
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    Periódico como fonte de informação(Natália R., Cleidiane e Kênia)

    Fonte da Imagem: MEC
    Segundo Araújo (2006) em relação à tipologia, publicações periódicas compreendem periódicos em geral: revistas, jornais, boletins informativos científicos ou de divulgação, atas, anuários, etc. Quanto à periodicidade, podem ser: diários, semanais, mensais, bimensais e possuem número internacional para publicações periódicas o ISSN. Tipos de periódicos:
    • Os periódicos técnico-científicos, editados por editoras comerciais, com o fim de favorecer a divulgação de determinados produtos dirigidos a uma categoria específica ou a uma determinada empresa.
    • As revistas científicas são veículos importantes para os serviços de referência, pois, através delas, são divulgados os resultados das pesquisas mais atuais sobre um determinado assunto. Existem dois tipos de formatos dos periódicos científicos o PDF e HTML:
      • O formato HTML é a acrossemia de HyperText Markup Language, é uma das linguagens utilizadas para desenvolver páginas na internet desvantagens o site está fora do ar com muita frequência.
      •  Ata: é um documento que registra e clareza as ocorrências, deliberações, resoluções e decisões de reuniões ou assembleias. Deve ser redigida de maneira que não seja possível qualquer modificação posterior.
      • Anuário: Um anuário é uma publicação anual que registra informações sobre um ou vários ramos de atividade como ciências, artes, literatura, profissões e economia.
      Os periódicos podem-se apresentar das seguintes maneiras: 
      • Os periódicos impressos: atuam como instrumentos de divulgação científica devido ao fato do seu formato de apresentação,ser favorável a comunicação de resultados e disseminação de ideias,descobertas e pesquisas, sob  a forma de artigos.
      • Periódicos  eletrônicos: a internet, favorece esta nova forma de produção eletrônica, permitindo alternativas diversificadas, em termos de estrutura textual e de imagens, além de ampla e imediata distribuição para um grande público consumidor.
      Publicar uma revista unicamente eletrônica pode reduzir consideravelmente os custos com relação ao meio impresso. O acesso à informação é rápido, amplo e sem limites geográficos, o que provoca um maior uso e geração de informações. Posso armazenar e criar estoques de informação - bancos de dados pessoais - no meu computador e consultar artigos nos arquivos criados por mim. on-line , sobretudo os de natureza científica, guardam fidelidade no que tange à identificação de suas edições quanto ao volume, fascículo à periodicidade.
      Alguns autores  classificam os periódicos de acordo com três tipos:
      ##publicações primárias seriam aquelas que publicam artigos ou matérias originais;
      ##publicações secundárias publicam resumos ou sinopses de matérias originais;
      ##publicações terciárias publicam revisões, sintetizando os conhecimentos sobre uma determinada matéria, a partir dos diversos elementos originais ou não.

      REFERÊNCIAS 
      ARAÚJO, Eliany Alvarenga de; DIAS, Guilherme Ataide; GARCIA, Joana Coeli Ribeiro ; SILVA, Alzira Karla Araújo da. Periódico eletrônico Informação e Sociedade: Estudos - impactos no contexto da comunicação científica. Perspect. ciênc. inf. [online]. 2006, vol.11, n.3, pp. 335-347. 

      CUNHA, Murilo Bastos da. Manual de fontes de informação. Brasília :Briquet de Lemos,2010.182p.
      YAMAMATO, Oswaldo H. Periódicos impressos ou eletrônicos?. Estud. psicol. (Natal), Jun 2001, vol.6, n.1, p.03-05.

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      quinta-feira, 2 de junho de 2011

      Fontes de informação geográfica (Ana, L.Brunelle,Vinícius)

      Definição:

       Para entender o tema que será discutido neste post, vamos começar apresentando algumas definições:
       Fontes são tudo aquilo que se possam dar informações, tendo como função de estabelecer todos os meios de comunicação. Já a Informação é o resultado do processamento, manipulação e organização de dados, de tal forma que represente uma modificação (quantitativa ou qualitativa) no conhecimento do sistema (pessoa, animal ou máquina) que a recebe. Geografia é a ciência físico-social que descreve, representa e procura explicar as inter-relações do homem com seu ambiente físico. De um lado trata do ambiente natural ou do ambiente físico em que o homem vive. De outra maneira a geografia ocupa-se com as atividades humanas. E por último  Fontes de informação geográfica significa um Sistema de Informação Geográfica (SIG ou GIS - Geographic Information System, do acrónimo/acrônimo inglês) é um sistema de hardware, software, informação espacial e procedimentos computacionais que permite e facilita a análise, gestão ou representação do espaço e dos fenômenos que nele ocorrem.
      Segundo Magalhães (2005, p.56) “as fontes de informação geográfica, tem a função do desenvolvimento de estudos e pesquisas da área, com adoção de novas praticas de obtenção, registro e disseminação de informações, suportes variados, especialmente no que se refere á cartografia, que se modificou radicalmente a partir dos anos de 1980”.
      Função: A fonte de informação geográfica tem se como finalidade de:
      • Função de “input” (que quer dizer “entrada, aquisição de dados”).
      • Função de validação e edição.
      • Função de estruturação e armazenamento de informação.
      • Função de análise.
      • Função de “output” (saídas gráficas).
      Isso quer proporcionar a facilidade de trabalhar com grandes informações, tornando fácil a gestão de dados geográficos.
      Formato: As fontes de informação geográfica podem ser encontradas digitais ou impressas. Muitas das informações hoje em dia são encontradas online, isso torna acessível à busca mais rápida.
      Arranjo: O arranjo tem como critério principal como as informações podem ser verdadeiras cientificamente, tornando assim informações amplas do conhecimento da geografia. Os arranjos podem ser por nome de lugar, classificado geográfico, assunto e outros meios geográficos.
      Tipologia: Há vários formatos de informação geográfica, isto implica a vários meios de tipologias como:
      • Mapas
      • Atlas                           
      • Globos
      • Dicionários geográficos
      • Guias de viagem
      •Fontes eletrônicas Ex.: Google Maps
      • Mapoteca
      Referências:
      CAMPELLO, Bernadete; CALDEIRA, Paula da Terra. Introdução às fontes de informação. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
      MAGALHÃES, Maria Helena de Andrade. Fontes informação geográfica. In: CAMPELLO, Bernadete; CALDEIRA, Paula da Terra. Introdução ás fontes de informação. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
      THRAHS Zoe A. O ensino da geografia. Rio de Janeiro: Centro de publicações técnicas da aliança, 1965. ((•)) Ouça este post

      Jornal como fonte de informação(Janaina,Nathane,Samira )

      Fonte da imagem: Espalha aí
      Definição: Vem do latim e se refere a relatos do cotidiano, do dia a dia, dando uma idéia de constância, novidade.
      Características:Sabe-se que a leitura, especialmente a boa leitura, deve ser uma forma de prazer. Se não gosta de um texto, deve se livrar dele. A leitura é rica e fascinante o suficiente para oferecer ao leitor um texto sedutor, cativante e saboroso. Com os jornais acontece, de certa maneira, a mesma coisa: o leitor é seletivo. Ele pontua sua leitura por algumas notícias que lhe chamam a atenção (daí a importância do projeto gráfico e da titulação em um jornal ou revista) ou por aquelas que possuem um interesse especifico. Afinal, embora a leitura integral de um grande jornal diário seja equivalente a um romance de 600 páginas, seu leitor não lerá a publicação inteira, justamente devido a esse poder de seletividade que possui diante da impressa escrita.
      Como o gosto é o que mais se discute, não cabe aqui apontar as razoes que levam determinado leitor a se identificar com esta ou aquela seção, devido, exatamente, ao alto índice de subjetividade que perpassa essa escolha. Mas, vale tentar o caminho inverso, no qual apresenta-se alguns itens que esclarecem como os jornais organizam seus textos, de modo a facilitar esse processo de leitura e apreensão seletiva da informação por parte do leitor.
      Função:Pode-se atribuir ao jornal quatro possíveis funções:
      a) Os jornais como fonte de informação noticiosa: desempenham um papel notadamente informativo, oferecendo ao leitor um leque selecionado de notícias e artigos bem apurados e redigidos a partir dos principais acontecimentos de uma cidade, estado, país e partes do mundo ( não necessariamente nessa ordem). Deve-se observar se eles seguem uma linha editorial especifica (por exemplo, se não somente voltados para o setor de esportes; ou de cultura, economia etc.) ou agregando, em diferentes cadernos, linhas editorias diversas (o que é mais comum nos principais jornais do Brasil).
      b) Os jornais como vetor narrativo ideológico: jornais e revistas são também empresas e, por isso, precisam de grandes anunciantes para sua manutenção. O jornalista é um ser humano, com uma história e formação própria, que se posiciona diante de um fato ou. Pelo menos, que escolhe palavras para sua descrição. Esses dois fatores acabam refletindo na confecção da narrativa jornalística. Portanto, outra possibilidade de leitura é a análise discursiva destas publicações: para alem da noticia, ler também as entrelinhas existentes por trás de cada noticia.
      c) Os jornais como documento histórico: todo relato periódico (diário, semanal, quinzenal, mensal etc.), produzido por jornais, identifica uma determinada época e lugar. Por isso, eles atuam como um documento histórico que reflete e reúne uma múltipla interpretação e tratamento de fatos ocorridos na historia, também escritos e organizados a partir de um determinado local e circunstância.
      d) Os jornais como fonte de informação para demandas específica: diante do fenômeno de explosão informacional, são usados por comunidades, instituições e pessoas físicas e jurídicas, como fonte de informação para suprir alguma demanda especifica de cada um desses grupos, acerca de determinado assunto ou tema. Essa demanda se define na própria escolha do jornal ou revista a comprar/assinar, no acompanhamento periódico dessas publicações, no recorte e na organização de noticias, reportagens, artigos de interesse para a execução de projetos variados desde uma pesquisa escolar até a mais estressante tomada de decisão empresarial.
      Tipologia: podem ser Escrito, Falado, Audiovisual
      Formato: Impresso e Eletrônico
      Referências:
      MACHADO, Elisa Campos. A hemeroteca eletrônica na escola: um instrumento de apoio ao ensino e aprendizagem. Transinformação, Campinas, 1998, v. 10,n.2, p.99-103, maio/ago, 1998.
      OLIVEIRA, Paulo Vítor. Desenvolvimento de uma hemeroteca digital colaborativa: implantação na biblioteca Ângela Vaz Leão. 2007. 34 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biblioteconomia)-Centro Universitário de Formiga, UNIFOR – MG, Formiga, 2007.
      TEIXEIRA, Nísio. Jornais. In: CAMPELLO, Bernadete; CALDEIRA, Paulo da Terra.(Org.). Introdução às fontes de informação. Belo Horizonte: Autêntica, 2005e . cap.5. p.67-86.
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