Segue abaixo uma síntese do texto sobre fontes de informação jurídica Gonçalves &
Santos( 2009):
Conforme o ordenamento brasileiro as fontes jurídicas de informação são: materiais e formais.

As fontes materiais estão fundamentadas na origem e história do Direito, bem como, na sociologia e ética. Já as fontes formais são os meios pelos quais o Direito se apresenta: leis, regulamentos, decretos,jurisprudência, doutrina tratados e outros. Sendo assim, existem as fontes formais legislativas que são representadas pelas normas superiores( leis, projetos de lei, decretos, etc) e inferiores (circulares, resoluções, deliberações, etc), as doutrinárias simbolizadas pelas monografias, artigos, trabalhos apresentados em eventos, dentre outros e as fontes jurisprudenciais, retratadas pelas decisões dos tribunais. Na atuação do bibliotecário jurídico, as fontes legislativas, doutrinárias e jurisprudenciais são as mais relevantes e produzem a chamada documentação jurídica, estando presente na maioria dos acervos jurídicos.(SILVA; ROLIM, 2009, p. 29). E a gestão deste conhecimento requer do profissional bibliotecário aptidão nas técnicas biblioteconômicas, bem como vasta expertise nos assuntos que estão a volta do ambiente de atuação da empresa jurídica e competência que possibilite criar e estabelecer formas de gerar, armazenar, distribuir e utilizar o conhecimento, agregando valor à tomada de decisão pelo usuário final. As bibliotecas jurídicas são departamentos de grande importância dentro dos escritórios de advocacia, pois, é um dos repositórios de conteúdo técnico doutrinário de cunho decisório (GONÇALVES & SANTOS, 2009, p. 4).
Referências:
GONÇALVES, Marcos Rogério; SANTOS, Valéria Silva. A biblioteca jurídica como fonte de conhecimento decisório. CRB-8 Digital, São Paulo, v.2, n 2., p. 4-11, set. 2009. Disponível em: http//revista.crb8.org.br . Acesso em: 25 set. 2011.
SILVA, Andréia Gonçalves Silva; ROLIM, Maria Lúcia de Borba. Organização das fontes de informação jurídica na perspectiva do GIDJ/SP. CRB-8 Digital, São Paulo, v.2, n. 2, p. 27-33, set. 2009. Disponível em: http//revista.crb8.org.br. Acesso em: 25 set. 2011.
((•)) Ouça este post