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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Encontro de Bibliotecários de Bibliotecas Jurídicas de MG


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O tema do encontro é possibilidades de atuação dos profissionais bibliotecários e o público-alvo serão os bibliotecários, documentalistas, estudantes de biblioteconomia, magistrados e servidores interessados. Veja a programação do evento para conhecer as temáticas que serão abordadas clicar no link abaixo:




II Encontro de Bibliotecários de Bibliotecas Jurídicas do Estado de Minas Gerais ((•)) Ouça este post

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Fontes de Informação Jurídica (Carolina, Lívia e Mariana)

O texto abaixo apresenta uma síntese do artigo A Biblioteca Jurídica como fonte de conhecimento decisório publicado na revista CRB8 digital.
As fontes jurídicas são categorizadas em materiais e formais. As materiais se fundamentam na origem e história do Direito - sociologia, ética, política e costumes; e a formais são os meios pelos quais o Direito se apresenta:leis, regulamentos, decretos, jurisprudência, doutrina, tratados e outros. Existem as fontes formais legislativas que são apresentadas pelas normas superiores - leis, projeto de lei, decreto, medidas provisórias, acordos e tratados e normas inferiores rculares, instruções,deliberações, comunicados, doutrinárias simbolizadas pelas monografias, artigos, pareceres e trabalhos apresentados em eventos e as fontes jurisprudenciais que são retratadas pelas decisões dos tribunais. (GONÇALVES e SANTOS 2009) “As bibliotecas jurídicas, hoje, para atenderem bem o seu usuário, atentam e têm visão holística das possíveis direções para onde rumam ou podem ir suas instituições, as quais estão atreladas e fazem parte. Estes departamentos não mais se restringem ao conteúdo adquirido e mantido estático. Eles investem firmes e tenazmente, apoiados por vasto aparato da tecnologia da informação, no acompanhamento dos acontecimentos diariamente – tanto internos à empresa quanto os externos que o mercado lhes impõe – em velocidade vertiginosa e constante. A biblioteca jurídica, então, torna-se a condutora do conhecimento administrado, em suas vertentes, a produção e sustentação das condições propícias às tomadas de decisão, que são essenciais ao usuário que dela necessita e intenta comunicar algo. O usuário da informação de escritórios jurídicos – o profissional especializado – necessita que o bibliotecário seja detentor, além das técnicas inerentes e consolidadas que sua profissão exige, de vasto aparato tecnológico que possa suportar a informação, de conhecimento específico ou amplo - mesmo que superficial - sobre técnicas de negociações empresariais que sustentem seus métodos de tratamento da informação e a eles agreguem valor, e que atendam ao usuário com respostas rápidas, eficientes, seguras e eficazes”.
ReferênciaGONÇALVES, Marcos Rogério; SANTOS, Valéria Silva. A biblioteca jurídica como fonte de conhecimento decisório. CRB-8 Digital, São Paulo, v.2, n 2., p. 4-11, set. 2009. Disponível em:< http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/viewFile/2/2>. Acesso em: 9 nov. 2011.
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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Fontes de informação jurídica (Adriana, Magda e Natália L.)


Segue abaixo uma síntese do texto sobre fontes de informação jurídica Gonçalves & Santos( 2009):
Conforme o ordenamento brasileiro as fontes jurídicas de informação são: materiais e formais. As fontes materiais estão fundamentadas na origem e história do Direito, bem como, na sociologia e ética. Já as fontes formais são os meios pelos quais o Direito se apresenta: leis, regulamentos, decretos,jurisprudência, doutrina tratados e outros. Sendo assim, existem as fontes formais legislativas que são representadas pelas normas superiores( leis, projetos de lei, decretos, etc) e inferiores (circulares, resoluções, deliberações, etc), as doutrinárias simbolizadas pelas monografias, artigos, trabalhos apresentados em eventos, dentre outros e as fontes jurisprudenciais, retratadas pelas decisões dos tribunais. Na atuação do bibliotecário jurídico, as fontes legislativas, doutrinárias e jurisprudenciais são as mais relevantes e produzem a chamada documentação jurídica, estando presente na maioria dos acervos jurídicos.(SILVA; ROLIM, 2009, p. 29). E a gestão deste conhecimento requer do profissional bibliotecário aptidão nas técnicas biblioteconômicas, bem como vasta expertise nos assuntos que estão a volta do ambiente de atuação da empresa jurídica e competência que possibilite criar e estabelecer formas de gerar, armazenar, distribuir e utilizar o conhecimento, agregando valor à tomada de decisão pelo usuário final. As bibliotecas jurídicas são departamentos de grande importância dentro dos escritórios de advocacia, pois, é um dos repositórios de conteúdo técnico doutrinário de cunho decisório (GONÇALVES & SANTOS, 2009, p. 4).
Referências:
GONÇALVES, Marcos Rogério; SANTOS, Valéria Silva. A biblioteca jurídica como fonte de conhecimento decisório. CRB-8 Digital, São Paulo, v.2, n 2., p. 4-11, set. 2009. Disponível em: http//revista.crb8.org.br Acesso em: 25 set. 2011.
SILVA, Andréia Gonçalves Silva; ROLIM, Maria Lúcia de Borba. Organização das fontes de informação jurídica na perspectiva do GIDJ/SP. CRB-8 Digital, São Paulo, v.2, n. 2, p. 27-33, set. 2009. Disponível em: http//revista.crb8.org.br. Acesso em: 25 set. 2011.
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