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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Biblioteca sem livros


Você pode imaginar uma biblioteca sem livros? Vivendo nesse contexto de uso  intenso de tecnologia as bibliotecas têm disponibilizado diversos recursos de informação diferentes em mídias . A Universidade Politécnica da Flórida inaugurada, recentemente, nos Estados Unidos está comprometida com Novas abordagens inovadoras no ensino e na pesquisa em ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Essas abordagens inovadoras foram direcionadas, também à biblioteca. Leia mais sobre o assunto clicando no link abaixo:

http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/08/nova-universidade-nos-eua-inaugura-biblioteca-sem-livros-em-papel.html

 
Prédio principal da Universidade Politécnica da Flórida foi desenhado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava (Foto: Reuters/Divulgação/Universidade Politécnica da Flórica) 
Prédio principal da Universidade Politécnica da Flórida, em foto sem data; a nova biblioteca foi inaugurada sem livros em papel (Foto: Reuters/Divulgação/Universidade Politécnica da Flórida) ((•)) Ouça este post

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Biblioteca nas Nuvens

O projeto Biblioteca nas Nuvens – é fruto de um projeto de Mestrado em Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba, da aluna Robéria Andrade, sob a orientação do Prof. Dr. Wagner Junqueira de Araújo. Qualquer usuário pode acessar a biblioteca, sem a necessidade de registra-se, nem de entrar com nome e senha, o acesso é livre, a leitura é gratuita.  Esta biblioteca é um canal de divulgação e informação, criada com o propósito de disponibilizar na Internet o conhecimento produzido por escritores literários de forma rápida e sem fronteiras, respeitando os direitos autorais. Todas as obras disponibilizadas na Biblioteca nas Nuvens estão em Domínio Público, ou dispõe da autorização do autor.  A biblioteca é destinada a alunos, professores e amantes da literatura da rede em geral. Foi inaugurada em maio de 2013. A Biblioteca nas Nuvens tem o objetivo de contribuir para o conhecimento, promoção e divulgação da cultura, de modo que fortaleça a identidade de cada usuário. Assim, dispomos de obras de valor cultural, histórico e científico. Para conhecer o acervo clique aqui
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Lançamento da Biblioteca Pública Digital dos EUA, em abril é um empreendimento da iniciativa privada!!!

Robert Darnton, 73, como diretor do imenso complexo de bibliotecas da Universidade Harvard, encabeça a criação da DPLA (Digital Public Library of America, sigla para biblioteca pública digital americana), que a partir de abril vai reunir e compartilhar gratuitamente na internet o acervo e obras de milhares de bibliotecas e universidades do país.A DPLA é a resposta de Darnton e da academia à violação de direitos autorais representada pelo Google Books, que lucra com os livros repassados para a rede. "Vamos fazer diferente", diz Darnton, que vê a biblioteca digital como o seu projeto mais ambicioso, algo a ser feito "por séculos". O debate em torno do livro na era das tecnologias digitais foi  tema de "A Questão dos Livros", coletânea de textos que lançou no Brasil em 2010, pela Companhia das Letras. Veja a entrevista do autor á Folha de São Paulo:
Folha - Como estão os preparativos para o lançamento da DPLA, que o sr. anunciou para abril?
Robert Darnton - Não queremos gerar falsas expectativas: de início não teremos todo o material digitalizado. Levará tempo. Teremos 2 milhões de livros liberados pelo domínio público. Vamos começar modestamente. Espero que cresça mais e mais. É um trabalho que deve ser feito por séculos. O início envolve a digitalização de coleções especiais, principalmente as de Harvard. Temos uma enorme quantidade delas nas 73 bibliotecas da universidade, são mais de 18 milhões de volumes. Estamos escaneando livros, manuscritos e fotografias de diferentes assuntos. Há acervos sobre mulheres, imigrações e obras sobre doenças epidêmicas, por exemplo; e há coleções históricas importantes, sobre a era medieval e sobre fotografia, com imagens da Lua e da escravidão, como fotos de escravos que nasceram na África e foram levados para os EUA.
Qual o maior problema que estão encontrando?
Montamos um escritório para discutir a questão legal e convidamos pessoas de diferentes instituições, de várias partes do país, que costumam enfrentar o mesmo tipo de problema: o óbvio, dinheiro, além de dúvidas relativas à tecnologia, à organização, ao conteúdo digitalizado e ao público que vai utilizar tudo isso. Mas a questão legal é a mais importante. Não podemos violar os direitos autorais.
A ideia é que a DPLA seja a antítese do Google Books?
Exatamente. O Google tenta fazer a mesma coisa, mas sob a lógica do lucro. O Google veio a Harvard para discutir a cópia de livros, quando eles começaram a digitalização. Eles também foram à NYPL (sigla em inglês da Biblioteca Pública de Nova York) e às universidades Stanford, do Michigan e da Califórnia. Harvard disse que eles poderiam digitalizar alguns livros --aqueles em domínio público, não os protegidos por lei. Mas as demais universidades deram permissão para que copiassem o que quisessem, e eles começaram a fazer isso. A Liga dos Autores e a Associação Americana de Editoras foram à Justiça contra a empresa. Após três anos de negociação secreta, fecharam um acordo com o Google, mas a Justiça de Nova York vetou, por entender que infringia a lei de direitos autorais. Vamos fazer diferente, não vamos ganhar dinheiro, queremos apenas servir o público com livros abertos na internet.
Quantas bibliotecas e universidades americanas terão acervos digitalizados na DPLA?
Não tenho ainda um número certo, mas são milhares. Todas as bibliotecas abertas para pesquisa no país estarão envolvidas. Mas levará tempo: no início, serão todas as que já têm material digitalizado. Obviamente, todas que tiverem coleções anteriores a 1923 poderão participar.
A DPLA poderá usar livros publicados após 1923, se autores e editoras concordarem com a abertura das obras na internet, gratuitamente?
Sim, temos um programa para tentar convencê-los a ceder obras para a base da DPLA. Muitos livros deixam de ser lidos após alguns meses no mercado; eles morrem. Autores, claro, querem leitores. A maioria das obras não tem valor financeiro cinco ou seis anos depois da publicação, e os proprietários dos direitos podem ficar felizes ao ver seus livros disponíveis.
O fato de que as universidades e instituições envolvidas no projeto da DPLA tenham visões diferentes sobre o futuro do livro e sobre como usar a internet não é um problema?
É um problema potencial. Mas há coisas sendo feitas. Há uma coalizão de fundações, que vão nos prover dinheiro, e há as bibliotecas e universidades, que vão disponibilizar os acervos. Estamos concebendo uma estrutura tecnológica que permita harmonizar todas as coleções digitais em um mesmo sistema. Superada essa questão, será o momento de reunir livros e coleções, por exemplo, do Alabama e da Dakota do Norte numa mesma base. É muito trabalho. O site já está funcionando experimentalmente, mas ainda não há nada aberto ao público. No dia 18 de abril vamos lançá-lo com uma cerimônia na Biblioteca Pública de Boston.
O governo norte-americano não apoia a DPLA?
Não, é um projeto completamente independente do governo, gerido por fundações privadas. Não há envolvimento público.
A principal política, mesmo nas universidades privadas como Harvard, é abrir as bibliotecas para compartilhar conhecimento intelectual ao redor dos Estados Unidos e do mundo.
É difícil para as pessoas da Europa ou da América Latina compreenderem, porque muita gente fora dos EUA, para tocar esse tipo de projeto, depende do governo. Mas este é um país em que não devemos ter fé no governo ou no Congresso para prover um bom serviço gratuito ao público.
Fonte: Folha de São Paulo (LUCAS FERRAZ)
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Acervo da biblioteca do Pateo do Collegio está na internet

 Livros raros, manuscritos escritos por jesuítas desde o século XVI, coleções de folhetos sobre política e eventos do Brasil e amplo acervo fotográfico da história do país estão entre os materiais que fazem parte do acervo de 25 mil volumes da biblioteca Padre Antônio Vieira, localizada no Pateo do Collegio, no Centro de São Paulo. Todo este acervo acaba de ser disponibilizado para pesquisa pela internet, com acesso pelo link da biblioteca no site do Pateo do Collegio. Inaugurada em 2002, a biblioteca Padre Antônio Vieira é especializada na história dos jesuítas e da cidade de São Paulo, além de materiais relativos à história geral e do Brasil (e da Igreja Católica), arte, biografias, filosofia, teologia, política, literatura e turismo. Entre os materiais raros estão: a primeira edição dos Sermões de Padre Antônio Vieira; coleção de escritos dos jesuítas desde o século XVI (como as cartas originais do Padre José de Anchieta e manuscritos do jesuíta italiano João Antonil); publicações sobre eventos realizados em 1954 em comemoração ao Quarto Centenário da Cidade de São Paulo; e documentos sobre o processo de canonização do Padre José de Anchieta (cujos originais encontram-se no Vaticano). No acervo encontram-se livros cujas capas foram produzidas com canela preta – madeira quadricentenária encontrada durante a demolição do Palácio do Governo em 1953. Alguns dos livros estão em língua portuguesa e em latim. E, ainda, amplo acervo fotográfico sobre o cotidiano do clero brasileiro, de processos de construção de obras jesuítas, de eventos políticos, religiosos e sociais. Todo o acervo está catalogado em base de dados e acessível on-line por meio do Pergamum – Sistema Integrado de Bibliotecas. O Sistema contempla as principais funções de uma biblioteca, funcionando de forma integrada, com o objetivo de facilitar a gestão dos centros de informação, melhorando a rotina diária com os seus usuários. A pesquisa do acervo da biblioteca Padre Antônio Vieira pode ser feita pelas palavras-chave: autor, título e assunto, entre outras. A Rede Pergamum reúne, em uma única ferramenta, todos os catálogos das instituições que os disponibilizaram para pesquisa. Funciona como uma base centralizada (na Pontifícia Universidade Católica do Paraná, em Curitiba), na qual a busca é feita de forma rápida e eficiente em todas as bibliotecas participantes. O sistema agrega mais de 220 instituições, com cerca de 2.500 bibliotecas no país. “Nosso objetivo é participar do processo global de democratização da cultura, garantindo o acesso gratuito da população ao acervo documental da biblioteca, bem como assegurar a preservação do acervo bibliográfico histórico da Companhia de Jesus em São Paulo”, disse o Padre Carlos Alberto Contieri, diretor do Pateo do Collegio e do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas em Embu das Artes. Complexo histórico-cultural e religioso pertencente à Companhia de Jesus e constituído pela Igreja Beato José de Anchieta, Museu Anchieta, Museu de Arte Sacra dos Jesuítas (em Embu das Artes) e pelo Café do Pateo, além da Biblioteca Padre Antônio Vieira. Desde a sua fundação, enquanto Colégio de São Paulo de Piratininga em 1554, até os dias atuais, o Pateo do Collegio tem-se tornado referência na preservação da memória histórica da cidade de São Paulo e na promoção da cultura. Ao longo dos séculos, o complexo sofreu várias alterações, sendo a última a reconstrução nas décadas de 1960 e 1970, com inspiração no complexo arquitetônico de 1680. É um marco da atuação da Igreja Católica no que tange à catequização, educação e conversão dos povos indígenas do então Planalto de Piratininga. Mais informações: www.pateocollegio.com.br
Fonte: Agência FAPESP
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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

USP e Estadão lançam biblioteca digital sobre corrupção

O Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas (NUPPs) da Universidade de São Paulo (USP) em parceria com o jornal O Estado de São Paulo lançam a Corrupteca, uma biblioteca internacional digital especializada em corrupção. De acordo com a USP, nessa primeira fase, a Corrupteca conta com cerca de 100 mil volumes digitais de textos completos. O  acervo reúne a produção científica específica em corrupção extraída de 48.567 periódicos científicos, disponíveis em 1.643 universidades e centros de pesquisa de 63 países que fazem parte do consórcio Open Archives Initiative (OAI). Além disso, ela conta também com o Acervo de Notícias que, em parceria com o Acervo Digital de O Estado de São Paulo, reúne tudo que foi publicado no jornal relacionado à corrupção desde 1875. A consulta é aberta ao público. “A ideia é construir uma plataforma que indique não apenas os fatos e fenômenos da corrupção, mas que também traga análises que permitam indicar as consequências dela. É uma ferramenta analítica capaz de municiar os estudantes e pesquisadores do tema com material empírico”, explicou Moisés, que coordena o Projeto Temático “Brasil, 25 anos de democracia”, financiado pela FAPESP. A implantação tecnológica do projeto foi feita pelo pesquisador Giovanni Eldasi, especialista em tecnologia e educação e um dos criadores do OAI, protocolo capaz de concentrar conteúdos disponibilizados pelas bibliotecas digitais. A principal inovação da Corrupteca, segundo Eldasi, fica por conta da incorporação da web semântica ou web 3.0, que criou uma ontologia da corrupção, na qual conceitos semânticos como “caixa 2” são utilizados para filtrar os artigos e identificá-los não apenas pelo termo, mas pelo contexto também. Outro destaque é a linha do tempo dos casos de corrupção, na qual são dispostos, lado a lado na tela, artigos científicos e notícias. Há planos para ampliação da ferramenta, conforme o crescimento do acervo. Outros planos pretendem uma futura integração da Corrupteca com bases jurídicas de processos. A expectativa dos criadores da Corrupteca é que a reunião de todo esse material científico e jornalístico ajude a melhorar a qualidade da pesquisa, atrair interesse dos alunos e até mesmo de pesquisadores de outras universidades, ampliando a rede de conhecimento. Conheça a biblioteca digital Corrupteca
Fonte: Agência FAPESP
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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

O que é biblioteca digital?

O que é biblioteca eletrônica, biblioteca virtual, e biblioteca digital, biblioteca on-line, biblioteca híbrida e repositórios institucionais?será que tantos tipos de biblioteca representam uma evolução da biblioteca tradicional?Já começamos a  leitura de vários textos para nos ajudar no entendimento destes termos. Um dos textos selecionados para esta leitura é o artigo de Sayão denominado: afinal o que é biblioteca digital? Uma parte deste texto( Visões sobre as bibliotecas digitais) que contém as definições de biblioteca digital foi representado em um mapa mental usando a ferramenta Mindmeister (software para a elaboração de mapas mentais). Veja abaixo este mapa mental. Para ter uma visão melhor deste mapa você pode dar um zoom, clicando nos sinais de + e de - (que estão na barra de ferramentas da imagem abaixo) ou então arrastar o mouse no próprio mapa para entender e visualizar melhor as informações ou ainda, clicar em tela cheia para ver todo o mapa mental. Vale a pena ler o texto completo, clique no título para acessar o artigo na íntegra. Vamos usar todo este material para  as discussões em sala de aula.  A elaboração deste mapa conceitual teve o propósito de subsidiar, em sala, uma discussão acerca do conceito e das diferentes visões apresentadas pelo autor sobre biblioteca digital. A ideia de apresentá-lo aos alunos para uma discussão suscitou muitos comentários interessantes. Por isto, gosto de usá-lo para motivar cada um de vocês a deixar aqui o seu comentário. Observem que inúmeras reflexões foram  deixadas aqui mostrando a visão de alunos de biblioteconomia, de museologia e de tantos outros leitores.
Veja o mapa abaixo e deixe o seu comentário!!!
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

O futuro do livro na era digital

O historiador Robert Darnton, que dirige a maior biblioteca universitária do mundo, falou sobre o futuro do livro na era digital no Programa Roda Viva da TV Cultura. Este programa é apresentado pelo jornalista Mario Sergio Conti contou com os entrevistadores: Beatriz Kushnir (doutora em História pela Unicamp e diretora do arquivo geral da cidade do Rio de Janeiro); Paulo Werneck (editor do caderno Ilustríssima, do jornal Folha de S. Paulo), Lilia Schwarcz (historiadora e antropóloga, professora titular de Antropologia da USP); e Cassiano Elek Machado (jornalista e editor)". O historiador,  escritor e presidente da biblioteca de Harvard, Robert Darnton,  73 anos, se vê com um novo desafio nas mãos: criar uma gigantesca biblioteca digital no Estados Unidos aberta para todo o mundo. Na entrevista foram discutidos temas como tecnologia, o futuro dos livros, o papel das editoras, a biblioteca de Harvard  que possui um acervo  com 17 milhões de volumes em 350 línguas.  O grande desafio apresentado pelo diretor da biblioteca de Harvard é a criação uma gigantesca biblioteca digital no Estados Unidos aberta para todo o mundo. Vale a pena ver a entrevista. Clique na imagem abaixo para acompanhar as discussões.

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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Usabilidade em bibliotecas digitais(T)

O presente trabalho se propõe estudar a usabilidade da interface de uma biblioteca digital e suas aplicações. Apresenta modelos e conceitos  e discute questões do design centrado no usuário, sua aplicação e características. Contempla também a análise de  questões referentes à adoção dos processos de usabilidade nos projetos e nas empresas.Utilizando-se de ferramentas conceituais realizou um estudo e a  avaliação de usabilidade na  Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais da Universidade Estadual de São Paulo (USP).A partir desta analise conseguiu-se  evidenciar que quando o projeto de Biblioteca digital é feito observando corretamente os requisitos funcionais e não funcionais (RNF)  das características de usabilidade no desenvolvimento de uma interface o sistema consegue atingir seus objetivos com mais eficácia e eficiência. Este é o tema do trabalho final das alunas Adriléia de Moura Lima, Elizangela do Nascimento, Maria do Carmo Utsch M.R. Nunes, Petrina Pessoa Emerick de Almeida e Tatiane Meire Campos do 5º período tarde, da disciplina BAMD.
Referências(algumas)

BOHMERWALD, Paula. Uma proposta metodológica para avaliação de bibliotecas digitais: usabilidade e comportamento de busca por informação na Biblioteca Digital da PUC – Minas. Ciência da Informação, Brasília, v.34, n.1, p.95-103, jan./abr. 2005. Disponível em: < https://www.google.com.br/search?sourceid=navclient&hl=pt-BR&ie=UTF-8&rlz=1T4RNSN_ptBRBR393BR396&q=usabilidade+das+bibliotecas+digitais%3A+a+perspectiva+dos+leitores. Acesso em: 18 jun. 2012
CALDEIRA, Pedro Zany. A usabilidade das bibliotecas digitais: a perspectiva dos leitores/ utilizadores. Cadernos BAD, Portugal, n.002, p.18-35, 2003. Disponível em: http://redalyc.uaemex.mx/pdf/385/38505003.pdf> Acesso em 18 jun, 2012.
COSTA, Luciana Ferreira; RAMALHO, Francisca Arruda. A usabilidade nos estudos de uso da informação: em cena usuários e sistemas interativos de informação. Perspectivas em Ciências da Informação, Belo Horizonte, v.15, n.1, p.92-117, jan./abr.2010. Disponível em < http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=web&cd=1&ved> Acesso em: 12 jun.2012.
CUNHA, Murilo Bastos da. Metodologias para Estudo dos Usuários de Informação cientifica e tecnológica. Rev. Biblioteconomia, Brasília, v. 10, n.2, p. 5-20, jul/dez.1982. Disponível em:<http://www.eci.ufmg.br/bogliolo/downloads/CUNHA_1982.pdf>. Acesso em 20 jun. 2012
FERREIRA, Simone Barcellar Leal; CHAUVEL, Marie Agnes; SILVEIRA, Denis Silva da Um estudo de Usabilidade de sites de empresas virtuais. Produção, v.16, n.2, p.287-302, Maio/Ago. 2006. Disponível em< http://www.scielo.br/scielo.php? > Acesso em: 10 jun. 2012.
KAFURE, Ivete; CUNHA, Murilo Bastos da. Usabilidade em ferramentas tecnológicas para o acesso à informação. Revista ACB. Florianópolis, v. 11, n. 2, p.273-282, ago./dez., 2006. Disponível em: <http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=web&cd=1&ved=> Acesso em: 16 jun. 2012.
LOUREIRO, Eduardo Pinheiro. Aplicando a usabilidade em projetos web. Belo Horizonte, 2007. 59 p. Disponível em:<http://eduardoloureiro.com/EduardoLoureiro_Usabilidade.pdf>. Acesso em 19 jun. 2012.
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domingo, 8 de julho de 2012

O FRBR e as bibliotecas digitais

Este é o título da palestra da profª drª Cíntia Lourenço no ciclo de palestras da disciplina bibliotecas, arquivos e museus digitais - BAMD que discutiu sobre o modelo conceitual FRBR. Este modelo  apresenta uma base teórica para o entendimento do universo bibliográfico, tendo como foco o usuário e a variedade de materiais que fazem parte das base de dados de uma biblioteca.  Para esclarecer sobre o assunto que discutimos coma prof. Cíntia e para se aprofundar mais sobre o tema vale a pena ler o livro  Aplicação dos FRBR na modelagem de catálogos bibliográficos digitaisde Elvis Fusco que, está disponível para cadastro e download na Editora Cultura Acadêmica.


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terça-feira, 3 de julho de 2012

Bibliotecas digitais e acesso livre(N)

Este é o segundo trabalho sobre o tema bibliotecas digitais e acesso livre  na disciplina BAMD. O tema foi escolhido pelas alunas  Ana Lúcia dos Santos Lima,  Cristiane Aparecida Ferreira e  Maísa Alves Derme do 5º período de biblioteconomia noite. Veja o resumo do trabalho final
Resumo:
O presente ensaio apresenta questões sobre o aspecto informacional e sua importância atualmente. Tal aspecto encontra considerações propostas por alguns autores no âmbito das bibliotecas eletrônicas, digitais ou virtuais. O acesso aberto ou livre vem de encontro a estes suportes quando há de se respeitar a autenticidade e direitos autorais e para tanto se elaboram leis pertinentes para que a informação seja acessível a todos.
Palavras-chave:Informação; Bibliotecas digitais; Acesso aberto; Ciência da informação; Legislação
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domingo, 1 de julho de 2012

Bibliotecas digitais e virtuais: diferenças, contextos, e impactos frente à sociedade da informação(N)


 Uma discussão muito grande ocorreu nas aulas de BAMD quando discutimos as definições e características de biblioteca digital, biblioteca virtual e outros termos que encontramos na literatura sobre o assunto. As alunas Francielly, Júnia da Costa e Vilma do 5º período noite escolheram o tema biblioteca digital e  biblioteca virtual para escrever o trabalho final da disciplina:

RESUMO: Este estudo visa explicitar as principais diferenças que caracterizam as bibliotecas digitais e virtuais, através de uma análise de seus objetivos, e transformações históricas, estabelecendo a relação destes serviços com os profissionais bibliotecários. Além disso, visando um processo de contextualização, será feita uma análise das tecnologias de informação e comunicação na sociedade contemporânea, e o seu impacto no processo da criação destas bibliotecas.
 Palavras-chave: Bibliotecas digitais e virtuais. Sociedade da Informação. Tecnologias da Informação e Comunicação.
REFERÊNCIAS
ANDRADE, Sara.  A informação na sociedade contemporânea: uma breve abordagem sobre a sociedade da informação, o fenômeno global e a mundialização da cultura. Revista eletrônica da FARN, Natal, v. l, n. 3, p. 2 0 7- 216, Jul/dez. 2001. Disponível em: <http://www.revistafarn.inf.br/revistafarn/index.php/revistafarn/article/view/34>. Acesso em: 02 jun. 2012.
CARVALHO, Luciana Moreira; SILVA, Armando Malheiro da. Impacto das tecnologias digitais nas bibliotecas universitárias: reflexões sobre o tema. Informação & Sociedade: Estudos, João Pessoa, v. 19, n. 3, p. 125-132, set./dez. 2009. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/3898/3132>. Acesso em: 01 jun. 2012.
CAUTELA, Lucinda de Jesus Teixeira Campos. Biblioteca digital, conhecimento científico e o livre Acesso à informação. Monografia (Especialização em Instituições e Processos Políticos do Legislativo) - Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento, Câmara dos Deputados, Brasília, 2009. Disponível em: < http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/401/biblioteca_digital_cautela.pdf?sequence=5>. Acesso em: 25 jun. 2012.
 CORRÊA, Cynthia H. W. CRESPO, Isabel M. Bibliotecas digitais e acesso livre: uma abordagem preliminar. In: ENDOCOM – Encontro de Informação em Ciências da Comunicação, 16. 2006, Rio Grande do Sul. Anais... Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2006/resumos/R0912-2.pdf>. Acesso em 25 jun. 2012.
 CRUZ, Carlos Henrique Brito. Vannevar Bush: uma apresentação. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, vol.14 n.1 São Paulo Mar. 2011. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141547142011000100001>. Acesso em: 25 jun. 2012.
CUENCA, Angela Maria Belloni et al. Biblioteca virtual e o acesso às informações científicas acadêmicas. REVISTA USP, São Paulo, n.80, p. 72-83, dezembro/fevereiro 2008-2009.
 CUNHA, Murilo Bastos. Desafios na construção de uma biblioteca digital. Ciência da Informação, Brasília, v. 28, n. 3, p. 257-268, set./dez. 1999. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19651999000300003>. Acesso em 01 jun. 2012.
MADUREIRA, Helania Oliveira; VILARINHO, Lúcia Regina Goulart.  A formação do bibliotecário para atuar em bibliotecas virtuais: uma questão a aprofundar. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 15, n. 3, p. 87-106, set./dez.. 2010. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/1077/773>. Acesso em: 09 jun. 2012.
 NASCIMENTO, Márcio S. Desafio da Inclusão Digital mediada pela Internet e o uso da Biblioteca Virtual do Amazonas. IV Congresso de Pesquisa e Inovação da rede norte e nordeste de educação tecnológica. Belém, PA, 2009. Disponível em: <http://connepi2009.ifpa.edu.br/connepi-anais/artigos/1021541516.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2012.
ROSETTO, Marcia. Bibliotecas digitais- cenário e perspectivas. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, Nova Série, São Paulo, v.4, n.1, p. 101-130, jan./jun. 2008.
 SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Biblioteca Virtual Temática em Artes a Antiguidades – BIBVTAA: em cena, a sua concepção e desenvolvimento. Informação e Sociedade: Estudos, João Pessoa, v. 21, n. 2, p. 167-178, maio/ago. 2011. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/9646>. Acesso em: 24 jun. 2012.
 TAMMARO, Anna Maria; SALARELLI, Alberto. A biblioteca digital. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2008.
 VILARINO, Elizabeth Gonçalves. Surgimento, implantação e gestão de bibliotecas virtuais: uma revisão de literatura. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 8, n. 1, p. 12-27, jan./jun. 2003.

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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Direitos autorais e bibliotecas digitais, um olhar sobre o contexto geral(N)

O tema direito autoral rendeu muitas discussões nas duas turmas de BAMD. Tais discussões foram alimentadas pelos subsídios apontados na literatura e também pelas experiências relatadas por profissionais bibliotecários e de outras áreas que lidam diariamente com as questões de dar acesso autorizado à informação. E percebi que o tema chamou a atenção do grupo formado pelos alunos Umberto Lima Diniz, Renato Pereira Barbosa, Elizabete Pereira Bragança e Denísio Pereira Marcos que logo no início do semestre manifestou o interesse em estudar o tema para fazer o trabalho final da disciplina. Veja abaixo o resumo do trabalho:
O que são direitos autoraisResumo: Aborda o desenvolvimento das discussões sobre os direitos autorais no Brasil e no mundo. Discorre sobre as leis de direito autoral no Brasil. Aborda os projetos de lei polêmicos discutidos no contexto internacional nos últimos anos, que visam fortalecer os direitos autorais em detrimento da liberdade exacerbada de uso do conteúdo na internet e a consequente reação negativa de setores da sociedade. Ressalta os principais problemas existentes entre direitos autorais e o desenvolvimento e planejamento de bibliotecas digitais. Finaliza com uma reflexão sobre a complexidade que existe nas discussões sobre direitos autorais e as relações com a internet que aparentam estar longe de um consenso e qual o papel do profissional da informação frente a novos desafios que as bibliotecas digitais apresentam nesse contexto.
Palavras-chave: Direitos Autorais. Bibliotecas Digitais. Internet. Leis de Direito Autoral.
REFERÊNCIAS
ACTA:poloneses vãos às ruas protestar contra acordo antipirataria. TerraNetworks Brasil S.A. Disponível em:<http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5575829-EI12884,00-ACTA+poloneses+vao+as+ruas+protesta+contra+acordo+antipirataria.html>.Acesso em: 25 de junho de2012.
ANDRADE, Daniela Rolim. A legislação autoral e os direitos dotradutor. Orientador: Maria Paula Frota. Monografia (Especialização emTradução) – Pontifícia Universidade Católica, Rio de Janeiro, 2007. 65 f..
Após protestos, Congresso dos EUA adia discussão de leis antipirataria. G1, São Paulo, 2012. Disponívelem:<http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/01/apos-protestos-senado-americano-adia-votacao-de-lei-antipirataria.html>.Acesso em: 11 de junho de 2012.
BISCALCHIN, Ana Carolina Silva; ALMEIDA,Marco Antônio de. Direitos autorais, informação e tecnologia: impasses epotencialidades . Liinc em Revista,Rio de Janeiro: IBICT, v.7, n.2, p. 638 – 652, out. 2011. Disponível em:<http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/view/424> Acessoem: 25 de junho de 2012.
BITTAR, CarlosAlberto. Direito de autor. 3. ed.Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000. 188 p.
BRASIL. Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998. Altera,atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outrasprovidências. Diário Oficial [da]República Federativa do Brasil, Brasília, 20 fev., 1998. Seção 1, p. 3.

CENDON, Beatriz Valadares. Sistemas e redes deinformação. In.: OLIVEIRA, MARLENE de; et al. Ciência da Informação e Biblioteconomia: Novos conteúdos e espaçosde atuação. Belo Horizonte: Editora UFMG. 2005. cap. 4, p. 61-95.
CretativeCommons. Disponível em:<http://creativecommons.org/about>. Acesso em:25 de junho de 2012.
DAY,Michael. Preservation 2000. Ariadne.n. 26, jan. 2001.  Disponível em:<http://www.ariadne.ac.uk/issue26/metadata>. Acesso em 25 de junho de 2012.
Entenda o Sopa e o Pipa, projetos de lei que motivam protestos de sites. G1, São Paulo, 2012. Disponível em:<http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/01/entenda-o-projeto-de-lei-dos-eua-que-motiva-protestos-de-sites.html>.Acesso em: 25 de junho de 2012.
Estudo do Ipea mostra que 41% dos internautas no Brasil baixam pirataria. G1, SãoPaulo, 2012. Disponível em:<http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/05/estudo-do-ipea-mostra-que-41-dos-internautas-no-brasil-baixam-pirataria.html>.Acesso em: 25 de junho de 2012.
LEVACOV, Marilia. Bibliotecas Virtuais: (r)evolução?.Ciência da Informação. Brasília.1997, v. 26, n. 2 ISSN 01001965. Disponível em:<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-19651997000200003&script=sci_arttext>Acesso em 25 de junho de 2012
MARTINS FILHO, Plínio, Direitos autorais na Internet Ciência da Informação, Brasília, v.27, n. 2, p. 183-188, maio/ago. 1998. disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/ci/v27n2/martins.pdf> Acesso em 25 de junho de 2012.
PARANAGUÁ, P.; BRANCO, S. Direitos autorais. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2009. 144 p.
SANTOS, José C. S. Direitos autorais nainternet: o caso do google books; PontodeAcesso,Salvador, V.5, n.1, p. 19-26, abr 2011. Disponível em: <http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/4084>.Acesso em: 25 de junho de 2012.
TAMMARO, Anna Maria; SALARELLI, Alberto. A biblioteca digital. Brasília: Briquetde Lemos, 2008.
UE: Avaaz entrega petição contra o ACTA e Reddit prepara alternativa.Disponível em:<http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5638188-EI12884,00 E+Avaaz+entrega+peticao+contra+o+Acta+e+Reddit+prepara+alternativa.html>.Acesso em: 25 de junho de2012.
World Bank Announces Open Access Policy for Research and Knowledge,Launches Open Knowledge Repository. Disponível em:<http://web.worldbank.org/WBSITE/EXTERNAL/NEWS/0,,contentMDK:23164491~pagePK:64257043~piPK:437376~theSitePK:4607,00.html>.Acesso em: 25 de junho de 2012. ((•)) Ouça este post

Avaliações de Interface, Usabilidade e Acessibilidade(N)

Usabilidade, acessibilidade e interface foram temas discutidos rapidamente na disciplina BAMD, mas que despertou o interesse da aluna Joicy Mara Vieira. Vejam o resumo do trabalho dela:
O artigo em questão teve por objetivo mostra a importância das avaliações de interface, usabilidade e acessibilidade das bibliotecas digitais. Pois com o advento da tecnologia foi possível disponibilizar e acessar arquivos e obras completas através de diferentes meios de comunicação na web.Visando levar aos usuários da web documentos e obras literárias de confiabilidade, dentro das normas e da lei dos direitos autorais, surgiram as bibliotecas digitais que romperam barreiras geográficas, já que se pode ter acesso a documentos e imagens em qualquer lugar do planeta que se tenha acesso a internet. Diferença entre Acessibilidade e UsabilidadeCom a informatização surgiram também às regras e normas de portais e documentos digitais na web, para assegurar que sejam cumpridas tais normas é de suma importância que os produtos de software atendam as normas NBR ISO/IEC 9126 (Qualidade do produto de software) e NBR ISO/IEC 14598 (Avaliação de produto de software).
As avaliações de Interface, Usabilidade e Acessibilidade são valiosos instrumentos de medição dos serviços prestados pela Biblioteca Digital. Pois através delas é possível identificar os pontos negativos e tentar suprir as necessidades aparentes das mesmas. Já que a essência de qualquer serviço é o resultado da qualidade de como foi desenvolvido e executado em todas as etapas do processo, garantindo, a credibilidade no processamento da informação, recuperação e disseminação.
No Artigo foram aplicadas algumas avaliações de interface, usabilidade e acessibilidade nas bibliotecas digitais: Nacional Digital e a Digital Mundial. Com base nas analises foram identificados alguns problemas (pontos Negativos) que poderiam ser resolvido (evitado) se a organização mantivesse um estudo constante em suas interfaces, como por exemplo, a Biblioteca Digital Mundial que não possui opção de aumento da letra para pessoas com deficiência visual e a Biblioteca Nacional Digital apresenta muita demora ao efetuar a busca pela informação. As interfaces também poderiam ser mais amigáveis, tornando-se mais atrativa para seus usuários.
Palavras-chave: Bibliotecas Digitais, Websites, Usabilidade, Avaliação da Qualidade, Acessibilidade, Interface,  Acesso à informação, Tecnologia da Informação.
Referências
BOHMERWALD, Paula. Uma proposta metodológica para avaliação de bibliotecas digitais: usabilidade e comportamento de busca por informação na Biblioteca Digital da PUC/Minas. Ciência da Informação, Brasília, v. 34, n. 1, p. 95-103, 2005.
CALDEIRA, Pedro Zany. A usabilidades das bibliotecas digitais: A perspectiva dos leitores. Cadernos de Biblioteconomia Arquivística e documentação caderno BAD, Lisboa, Pt, n. 2, p.18-35, 2003. Disponível em: < http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/pdf/385/38505003.pdf>. Acesso em: 06 jun. 2012.
ISO 9126. Software product evalution: Quality characteristics and guidelines for their use. 1991.
KAFURE, Ivette; CUNHA, Murilo Bastos. Usabilidade de ferramentas tecnológicas para acesso à informação. Revista ABC, Florianópolis, v.11, p. 273-282, 2006. Disponível em: < http://revista.acbsc.org.br/index.php/racb/article/view/483/619>. Acesso em: 06 jun. 2012.
MACULAN, Benildes Coura Moreira dos Santos. Et al. Taxonomia Facetada Como Interface Para Facilitar O Acesso À Informação Em Bibliotecas Digitais. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v.16, n.1, p. 234-249, jan./jun., 2011.
MICHAELIS Língua Portuguesa. Dicionário Escolar: Nova Ortografia. São Paulo: Melhoramentos, 2009.
PEREIRA, Fernanda. Avaliação de usabilidade em bibliotecas digitais [manuscrito]:  um estudo de caso.2011. Disponível: < http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/1843/ECID-8LAKHD/1/dissertacao_pdf.pdf> Acesso em: 06 jun. 2012.
PRATES Raquel Oliveira; Barbosa, Simone Diniz Junqueira. Avaliação de Interfaces de Usuário – Conceitos e Métodos. 2003. Cap. 6. Disponível em: <www.inf.pucrio.br/~inf1403/docs/JAI2003_PratesBarbosa_avaliacao.pdf>  Acesso   em:  11 jun. 2012.
WEB ACCESSIBILITY INITIATIVE.Introduction to Web Accessibility. Disponível em: < http://www.w3.org/WAI/intro/accessibility.php>. Acesso em: 10 jun. 2012.



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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Obras digitais: o papel do Profissional da Informação frente ao Direito Autoral(T)


Um dos desafios para o bibliotecário no planejamento e construção de bibliotecas digitais é entender o impacto dos direitos autorais na transformações que as bibliotecas vem passando e a necessidade cada vez maior de dar acesso autorizado ao seu público. Esta foi a temática escolhida pelas alunas  Camila, Cássia, Diemy, Isabella e Kátia do 5º período de Biblioteconomia - tarde para discutir no trabalho final da disciplina BAMD. Leia abaixo o resumo do trabalho:
Resumo: A proposta deste artigo é contribuir para a compreensão da legislação brasileira para obras digitais no contexto do profissional da informação. A partir da análise da literatura, principalmente de publicaçõesda área de Direito, observou-se a existência de movimentos e grupos que propõem a revisão da Lei de Direito Autoral no Brasil. Entende-se a necessidade  de rever o papel do bibliotecário inserido neste contexto. Conclui-se que o momento é de “interdisciplinaridade” para o profissional da informação, sendo que não existe uma legislação que atenda as especificidades das obras digitais. Observa-se, ainda, que existe necessidade de maior participação de bibliotecários em grupos de estudos, debates e movimentos relacionados a mudança da legislação do Direito Autoral.
Palavras-chave: Lei de Direito Autoral brasileira, Bibliotecário, Obras digitais
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