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terça-feira, 25 de agosto de 2015

10 anos da Biblioteca Virtual da FAPESP

Resultado de imagem para Biblioteca Virtual da FAPESP
No dia 21/08 a Biblioteca Virtual da FAPESP completou 10 anos de vida! A Biblioteca Virtual da FAPESP tem informações referenciais e links para textos completos de artigos científicos publicados em revistas eletrônicas, ou indexados em repositórios de produção intelectual, diferentemente de bibliotecas digitais ou de repositórios, que contêm textos completos.

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domingo, 4 de novembro de 2012

Biblioteca virtual

Para ilustrar nossas discussões sobre biblioteca virtual, veja o mapa conceitual abaixo:
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terça-feira, 28 de agosto de 2012

Biblioteca Virtual da FAPESP tem recorde de visitação

A Biblioteca Virtual (BV) da FAPESP registrou em agosto um recorde de visitas em um único dia. Em 13 de agosto, a BV recebeu mais de 10 mil acessos, originários do Brasil e de diversos outros países, como Estados Unidos, Portugal, Alemanha e China. O recorde de visitação é atribuído a uma série de recursos e mudanças técnicas implementadas nos últimos anos no sistema de informação da biblioteca virtual, com o objetivo de aumentar o acesso à informação do público em geral sobre os projetos e resultados de pesquisas apoiadas pela FAPESP. Este mês, a página inicial da BV-FAPESP ganhou novo layout, que apresenta os auxílios, bolsas, programas de pesquisa apoiados pela FAPESP agrupados por categoria – como “Programas voltados a temas específicos”, “Programas de pesquisa direcionados à aplicação (empresas e governo” e “Programas de infraestrutura de pesquisa” –, além dos acordos e convênios de cooperação com instituições públicas e privadas nacionais e estrangeiras. A Biblioteca Virtual (BV/CDi) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, inaugurada em 2005, está disponível no Portal da FAPESP, o qual reúne sites destinados aos pesquisadores, bolsistas e ao público em geral, dentre eles: Agência FAPESP , com distribuição diária de boletins eletrônicos, divulgação de chamadas de programas e outras informações em Ciência e Tecnologia; Pesquisa FAPESP On-line, com o conteúdo completo dessa publicação de divulgação científica; FAPESP na Mídia, que possibilita o acesso de notícias em ciência e tecnologia, com destaque às informações publicadas sobre a FAPESP nos meios de comunicação. A BV abrange todas as áreas do conhecimento e propõe-se a assegurar maior visibilidade aos projetos de pesquisa e bolsas financiados pela FAPESP e aos produtos decorrentes dos mesmos, por meio de informações referenciais desses conteúdos, para conhecimento da comunidade científica e demais setores da sociedade civil, utilizando interface pública em dois idiomas – português e inglês.
Para acessar a biblioteca Virtual da FAPESP clique aqui
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domingo, 1 de julho de 2012

Bibliotecas digitais e virtuais: diferenças, contextos, e impactos frente à sociedade da informação(N)


 Uma discussão muito grande ocorreu nas aulas de BAMD quando discutimos as definições e características de biblioteca digital, biblioteca virtual e outros termos que encontramos na literatura sobre o assunto. As alunas Francielly, Júnia da Costa e Vilma do 5º período noite escolheram o tema biblioteca digital e  biblioteca virtual para escrever o trabalho final da disciplina:

RESUMO: Este estudo visa explicitar as principais diferenças que caracterizam as bibliotecas digitais e virtuais, através de uma análise de seus objetivos, e transformações históricas, estabelecendo a relação destes serviços com os profissionais bibliotecários. Além disso, visando um processo de contextualização, será feita uma análise das tecnologias de informação e comunicação na sociedade contemporânea, e o seu impacto no processo da criação destas bibliotecas.
 Palavras-chave: Bibliotecas digitais e virtuais. Sociedade da Informação. Tecnologias da Informação e Comunicação.
REFERÊNCIAS
ANDRADE, Sara.  A informação na sociedade contemporânea: uma breve abordagem sobre a sociedade da informação, o fenômeno global e a mundialização da cultura. Revista eletrônica da FARN, Natal, v. l, n. 3, p. 2 0 7- 216, Jul/dez. 2001. Disponível em: <http://www.revistafarn.inf.br/revistafarn/index.php/revistafarn/article/view/34>. Acesso em: 02 jun. 2012.
CARVALHO, Luciana Moreira; SILVA, Armando Malheiro da. Impacto das tecnologias digitais nas bibliotecas universitárias: reflexões sobre o tema. Informação & Sociedade: Estudos, João Pessoa, v. 19, n. 3, p. 125-132, set./dez. 2009. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/3898/3132>. Acesso em: 01 jun. 2012.
CAUTELA, Lucinda de Jesus Teixeira Campos. Biblioteca digital, conhecimento científico e o livre Acesso à informação. Monografia (Especialização em Instituições e Processos Políticos do Legislativo) - Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento, Câmara dos Deputados, Brasília, 2009. Disponível em: < http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/401/biblioteca_digital_cautela.pdf?sequence=5>. Acesso em: 25 jun. 2012.
 CORRÊA, Cynthia H. W. CRESPO, Isabel M. Bibliotecas digitais e acesso livre: uma abordagem preliminar. In: ENDOCOM – Encontro de Informação em Ciências da Comunicação, 16. 2006, Rio Grande do Sul. Anais... Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2006/resumos/R0912-2.pdf>. Acesso em 25 jun. 2012.
 CRUZ, Carlos Henrique Brito. Vannevar Bush: uma apresentação. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, vol.14 n.1 São Paulo Mar. 2011. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141547142011000100001>. Acesso em: 25 jun. 2012.
CUENCA, Angela Maria Belloni et al. Biblioteca virtual e o acesso às informações científicas acadêmicas. REVISTA USP, São Paulo, n.80, p. 72-83, dezembro/fevereiro 2008-2009.
 CUNHA, Murilo Bastos. Desafios na construção de uma biblioteca digital. Ciência da Informação, Brasília, v. 28, n. 3, p. 257-268, set./dez. 1999. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19651999000300003>. Acesso em 01 jun. 2012.
MADUREIRA, Helania Oliveira; VILARINHO, Lúcia Regina Goulart.  A formação do bibliotecário para atuar em bibliotecas virtuais: uma questão a aprofundar. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 15, n. 3, p. 87-106, set./dez.. 2010. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/1077/773>. Acesso em: 09 jun. 2012.
 NASCIMENTO, Márcio S. Desafio da Inclusão Digital mediada pela Internet e o uso da Biblioteca Virtual do Amazonas. IV Congresso de Pesquisa e Inovação da rede norte e nordeste de educação tecnológica. Belém, PA, 2009. Disponível em: <http://connepi2009.ifpa.edu.br/connepi-anais/artigos/1021541516.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2012.
ROSETTO, Marcia. Bibliotecas digitais- cenário e perspectivas. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, Nova Série, São Paulo, v.4, n.1, p. 101-130, jan./jun. 2008.
 SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Biblioteca Virtual Temática em Artes a Antiguidades – BIBVTAA: em cena, a sua concepção e desenvolvimento. Informação e Sociedade: Estudos, João Pessoa, v. 21, n. 2, p. 167-178, maio/ago. 2011. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/9646>. Acesso em: 24 jun. 2012.
 TAMMARO, Anna Maria; SALARELLI, Alberto. A biblioteca digital. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2008.
 VILARINO, Elizabeth Gonçalves. Surgimento, implantação e gestão de bibliotecas virtuais: uma revisão de literatura. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 8, n. 1, p. 12-27, jan./jun. 2003.

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sábado, 12 de maio de 2012

Biblioteca virtual

Não há um consenso na literatura sobre o significados dos termos biblioteca digital e biblioteca virtual. Alguns dizem que a biblioteca virtual é algo intangível e cujo conteúdo está acessível na rede de computadores, que é mais autônoma, que está ligada a uma realidade virtual. Neste sentido Gomes (2004)afirma que biblioteca virtual “... é um serviço on-line de informação especializada, criado para atender as novas exigências da pesquisa acadêmica, sobretudo no que diz respeito à agilidade para a obtenção da informação e para a comunicação entre pares." (Gomes, 2004). como exemplos de biblioteca virtual podemos citar a BVS - Biblioteca Virtual de Saúde. O mapa baixo apresenta uma visão sobre biblioteca virtual,  construída a partir do texto de Gomes (2004). Você pode visualizar em tamanho maior, dando um zoom na imagem, arrastando o mouse ou ver em tela cheia.

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sábado, 13 de agosto de 2011

Bibliotecas Digitais, Electrónicas ou Virtuais: Eis a questão!

Para os interessados em  biblioteca digital, biblioteca eletrônica e biblioteca virtual vale a pena ler o texto abaixo.  Após saber que a  bibliotecária Sílvia Lopes da biblioteca da  Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa abordou esta temática em sua da dissertação, pedi a ela que nos enviasse um texto para ser apresentado aos leitores do Fontes. Foi uma oportunidade de poder compartilhar conhecimento e experiências com um profissional da área, mas oriunda de outro país. Boa leitura!
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Com o advento das novas tecnologias, alguns autores ao longo, sobretudo, dos últimos dez anos, têm-se debruçado sobre o tema das «Bibliotecas Digitais» e, como tal, têm sido apontadas diversas definições para este conceito. Do mesmo modo, surgem, muitas vezes na bibliografia, expressões como bibliotecas electrónicas e bibliotecas virtuais quando nos referimos a bibliotecas digitais. Torna-se, por isso, bastante importante, tentar clarificar estes conceitos. 
Desta forma, importa compreender a designação “Biblioteca” que tem origem na palavra grega biblioteke, e significa ‘depósito de livros’, ambiente de livros, edifício onde se guardam livros. De modo mais abrangente, biblioteca é todo o espaço físico destinado a uma colecção de livros, revistas e jornais e outros tipos de materiais como CD’s, cassetes VHS, DVD's, entre outros, que possam ser úteis para consulta. No entanto, para que se considere uma Biblioteca, todos estes documentos deverão estar devidamente catalogados, classificados e arrumados ordenadamente segundo regras biblioteconómicas (Dicionário da língua portuguesa contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa, 2001).
Contextualizados com a definição de biblioteca, é premente perceber que transformações o “digital”, “electrónico” e/ou “virtual” acrescentam à realidade das bibliotecas ditas tradicionais. Desta forma, alguns autores como RAFAEL (2001) e CAMPOS (2001) consideram que uma biblioteca electrónica se distingue pelas características/suporte dos documentos que disponibiliza – documentos electrónicos (RAFAEL, 2001; CAMPOS, 2001 in CÂNDIDO, 2004). RAFAEL (2001) alerta ainda para a importância de clarificar o que são documentos electrónicos. Segundo a ISBD(ER) – International Standard Bibliographic Description for Electronic Resources, documentos electrónicos são materiais controlados por computador ou que requerem o uso de um periférico como, por exemplo, um leitor de CD-ROM. Estes recursos podem ser de dois tipos: dados ou programas ou, ainda, a combinação destes, por exemplo serviços online ou multimédia interactiva. Nesta definição estão, portanto, incluídos os recursos que são acedidos directamente bem como os que são de acesso remoto (IFLA, 2004).
BORGES (2002) considera que entre as designações “biblioteca electrónica” e “biblioteca digital” estão apenas questões de terminologia e não de conteúdos ou serviços prestados (BORGES, 2002 in CÂNDIDO, 2004) enquanto ISAÍAS (1999) esclarece que esta dificuldade de definição de conceitos advém do facto da expressão “Bibliotecas Electrónicas” ser uma designação utilizada em Inglaterra para o que nos EUA se designa por “Bibliotecas Digitais” (ISAÍAS, 1999).
A outra expressão comummente encontrada na bibliografia é a de “biblioteca virtual”. CAMPOS (2001) explica que uma biblioteca virtual se define do ponto de vista da colecção evidenciando os contrastes entre uma colecção real, com existência física, vulgarmente pertencente a uma determinada instituição, e uma colecção constituída por documentos digitais (nascidos digitais e/ou digitalizados) (CAMPOS, 2001 in CÂNDIDO, 2004). Segundo LEITE, et al., (2001), biblioteca virtual é definida como sendo uma “realidade que o avanço tecnológico proporcionou; o produto das novas tecnologias aplicadas à produção bibliográfica, ao acesso e à difusão da informação”. Nesse sentido, acrescenta que não as devamos designar bibliotecas virtuais já que o que hoje temos são bibliotecas reais, acessíveis, com conteúdos diversificados e ilimitados no espaço e no tempo e documentos concretos, fisicamente presentes e normalizados (LEITE, et al., 2001), mesmo que nos refiramos aos conteúdos digitais/electrónicos. BORGES (2002) acrescenta ainda que o virtual requer que se recorra ao uso de uma tecnologia recente, a da realidade virtual, muito utilizada em simulações e que pode ser explorada através da estimulação dos diversos sentidos. Ao analisar estas ideias, facilmente se percebe que se trata de uma expressão com significado totalmente díspar das outras duas (BORGES, 2002 in CÂNDIDO, 2004). Deste modo, a expressão que ganha importância será “biblioteca digital” e que é definida por CALDEIRA (2003) como uma colecção estruturada e informatizada de documentos de diversas tipologias e suportes (documentos impressos, audiovisuais, electrónicos) e que se encontram livremente acessíveis ou em situação cujo acesso é de alguma forma condicionado ou, por exemplo, por RAFAEL (2001) como aquela que permite o "acesso remoto ao conteúdo e serviços da biblioteca e outras fontes de informação, na possibilidade de reproduzir, emular e ampliar os serviços das «bibliotecas tradicionais» aproveitando as potencialidades do armazenamento e comunicação digitais para desenvolver serviços mais personalizados e «amigáveis», para promover o acesso e utilização de informação multimédia e reduzir as barreiras de distância (...) e tempo de acesso à informação". LEINER (1998) sugere outra definição considerando biblioteca digital como “a colecção de serviços e a colecção de objectos de informação, sua organização, estrutura e apresentação, que suporta o relacionamento dos utilizadores com os objectos de informação, disponíveis directa ou indirectamente via meio electrónico/digital” (LEINER, 1998 in ISAÍAS, 1999).
ARMS (2000) aponta para o facto de numa definição informal de biblioteca digital estar implícita a existência de uma gestão da informação, com serviços associados e na qual a informação é armazenada em suporte/formato digital estando acessível através da rede. Neste sentido, é considerada fundamental a questão da gestão da informação visto que, ainda segundo ARMS (2000), um conjunto de informação apenas será considerada como colecção quando estiver organizada de forma sistemática. Para a Digital Library Federation (DLF), "Digital libraries are organizations that provide the resources, including the specialized staff, to select, structure, offer intellectual access to, distribute, preserve the integrity of, and ensure the persistence over time of collections of digital works so that they are readily and economically available for use by a defined community or set of communities” (WATERS, 1998).  
Apesar das diferentes definições de bibliotecas digitais encontradas é comum a todas elas a importância atribuída ao acesso remoto aos conteúdos, aos serviços disponibilizados e às diversas fontes de informação. As bibliotecas digitais apresentam três aspectos essenciais associados também às bibliotecas convencionais:
  • Os fundos documentais,
  • A tecnologia e
  • Os procedimentos ou tarefas que permitem a sua utilização.
Outra característica apontada na definição de bibliotecas digitais é a possibilidade de uma mesma informação ser passível de ser acedida por diversos utilizadores em simultâneo, pois está organizada através de software específico num computador ou servidor, que a disponibiliza em rede, após ter passado por um processo de selecção, organização e arquivo (ARMS, 2000).
Uma questão sobejamente discutida relaciona-se com o facto de muitos considerarem a Web como sendo uma biblioteca digital. ISAÍAS (1999) é da opinião que, no limite, a Web pode ser considerada como uma biblioteca digital de âmbito muito geral e de grandes dimensões. Mas considerando as definições apresentadas anteriormente, e ainda segundo WATERS (1998) e LAGOZE, FIELDING e PAYETTE (1998), a Web não tem as características de uma biblioteca tradicional nem digital já que a informação que lá se encontra não está organizada. As bibliotecas digitais são, tal como as bibliotecas ditas tradicionais, uma fonte organizada de informação e de conhecimento. Esta é, talvez, a característica que melhor distingue a “biblioteca digital” da “World Wide Web” na qual a informação não se encontra organizada.
Acerca de todas estas questões, é importante referir que num processo de evolução tecnológica não existem muitas diferenças nos procedimentos/necessidades das pessoas (ARMS, 2000). Pois, se até surgirem as bibliotecas digitais, havia necessidade de criar conhecimento, gerar, gerir, organizar, pesquisar e usar informação, com as inovações tecnológicas elas são precisamente iguais. Os processos, o modo como são expressos e os métodos é que são fortemente influenciados pela tecnologia. Estas mudanças estimulam alterações fundamentais nos processos e formatos sob os quais a informação é criada e disponibilizada. Ainda segundo ARMS (2000), a razão fundamental para a construção de bibliotecas digitais é a crença de que elas possibilitam uma melhor disponibilização da informação, trazendo diversos benefícios como a aproximação do utilizador à biblioteca, a facilidade da pesquisa de informação através das aplicações informáticas, a partilha e actualização da informação, o facto de estarem disponíveis sem limites de horários, bem como o aparecimento de outros formatos para além do impresso.
 Referências Bibliográficas
Arms, W. Y. (2000). Digital libraries. Cambridge: MIT.
Caldeira, P. (2003). “A usabilidade das bibliotecas digitais: a perspectiva dos leitores/ utilizadores”. Cadernos BAD (2), pp. 18-35.
Cândido, P. A. F. (2004). Conceptualização de um modelo de biblioteca digital de artes e design integrada no portal da biblioteca da ESAD - Escola Superior de Artes e Design. Tese de Mestrado, Lisboa, ISCTE – Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa.
Dicionário da língua portuguesa contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa (2001). Lisboa: Verbo.
IFLA (2004). ISBD(ER): international standard bibliographic description for electronic resources. Disponível em http://www.ifla.org/VII/s13/guide/isbder_ww2-1-04.pdf (Acedido em 2008-09-20).
Isaías, P. (1999). Bibliotecas digitais. Lisboa: Universidade Aberta. ISBN 972-674-277-3
Lagoze, C.; Fielding, D.; Payette, S. (1998). “Making global digital libraries work: collection services, connectivity regions, and collection views”. International Conference on Digital Libraries, Pittsburgh, 23-26 Junho de 1998, pp.134-143. Disponível em www.cs.cornell.edu/lagoze/papers/lagoze.pdf (Acedido em 2006-07-04).
Leite, I. P., et al. (2001). “Tradicional vs. Virtual - Questão Irreal?”, Páginas a&b, (7) 2001, pp. 85-92.
Rafael, G. G. (2001). “Documentos electrónicos: da biblioteca de papel à biblioteca digital”. Páginas a&b (6) 2001, pp.7-20.
Waters, D. J. (1998). “What are digital libraries?”, CLIR issues (4) July/August. Disponível em http://www.clir.org/PUBS/issues/issues04.html#dlf (Acedido em 2006-07-04).

Texto de Sílvia Maria da Costa Lopes, bibliotecária da Biblioteca de Farmácia da Universidade de Lisboa, Portugal  especialmente elaborado  para publicação no Fontes em 08/08/11.
 Nossos agradecimentos à Silvia pela sua colaboração!!
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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Bibliotecas Virtuais

As Bibliotecas Virtuais são coleções organizadas de documentos eletrônicos, onde cada fonte de informação possui dois atributos relacionados: os relativos ao seu conteúdo e os que identificam de forma descritiva o documento.

As Bibliotecas Virtuais Temáticas são coleções referenciais que reúnem e organizam informações, presentes na Internet, sobre determinadas áreas do conhecimento. Elas são desenvolvidas por meio da parceria do IBICT com Instituições que desejam organizar e difundir seus conteúdos temáticos no ambiente / web / .  Se você quer conhecer algumas bibliotecas virtuais existentes pode consultar uma relação que inseri aqui na coluna à direita do  blog, com o nome de bibliotecas virtuais e que tem um link direito para a à biblioteca virtual temática. Vai lá conferir!
Fonte: Prossiga  ((•)) Ouça este post

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Serviço de Referência Virtual(Matheus, Alexandra)

Quanto a definição de Serviço de Referência Digital, Moreno (2005) diz que é “um serviço de filtragem de informação em base de dados de recursos digitais disponíveis na Web que consiste na utilização da tecnologia de agentes a fim de proporcionar ao usuário uma interface capaz de atender as suas necessidades informacionais.”
Segundo Moreno (2005) O Serviço de Referência Digital “foi projetado não só com o objetivo de permitir aos usuários locais e externos um instrumento de pesquisa, mas também colocar disponível a comunidade de pesquisadores e estudiosos um instrumento ágil de difusão e intercâmbio.” Ele é visto como uma prática facilitadora do acesso à informação devido à quebra da barreira do espaço físico e temporal favorecendo assim o contato do bibliotecário com o usuário.
Moreno (2005) salienta que o “ambiente eletrônico para a disponibilização de informações vem incorporando com freqüência os serviços oferecidos pelas bibliotecas, procurando proporcionar facilidades na localização de informações e de documentos nas redes eletrônicas. Entretanto, muitos usuários encontram dificuldades na interação com certas interfaces, o que torna a busca por informações desestimulante e muitas vezes estressante. Deste modo, buscam-se alternativas para tornar as interfaces humano-computador mais amigáveis e ‘inteligentes’.”
Buchanan (1999) apud Moreno (2005) afirma que “os fornecedores de informação mantêm grande poder e responsabilidade ética, pois, eles devem preservar valores culturais e especificidade, enquanto oferecer os melhores serviços àqueles que necessitam deles.”
Os bibliotecários de referência on line estão se especializando no uso das tecnologias e das obras de referência existentes na rede.
OBJETIVOS
Para Moreno (2005) o Serviço de Referência Digital “[...] tem como objetivo estar atento a sua contribuição no sentido de evitar ou amenizar problemas da sua comunidade, oferecendo sua ajuda na disponibilidade de informação para a redução de danos proporcionando maiores benefícios para a comunidade.”

Referências

Disponível em: http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/
CienciadaInformacao/Dissertacoes/moreno_ps_me_mar.pdf. Acesso em: 06 abr. 2011

Disponível em: http://disseminacaodainformacao.blogspot.com/2010/01/resumo-servico-de-referencia-virtual_754. Acesso em: 06 abr. 2011.

MATOS, Márcia Melo. Referência on-line: relato de experiência. R. eletrônica de Bibl. Ci. Inform., Florianópolis, n. 20, 2º semestre de 2005. 79 p.
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sexta-feira, 4 de março de 2011

Europeana: a biblioteca digital da Europa

A Europeana foi lançada em 2008 com o objectivo de tornar o património cultural e científico da Europa acessível ao público.

O projecto é financiado pela Comissão Europeia. Encontra-se sedeado na Biblioteca Nacional dos Países Baixos, a Koninklijke Bibliotheek.

Estão a ser desenvolvidos trabalhos para melhorar a Europeana, em termos funcionais e de serviços para o utilizador, através do projecto Europeana v1.0.

Os desenvolvimentos abrangem as principais actualizações do serviço Europeana, incluindo interfaces programáticas (APIs), exposições virtuais e melhores capacidades de pesquisa.

Vários projectos de património cultural estão também a contribuir com tecnologia e conteúdos para a Europeana. Juntamente com a Europeana v1.0, eles formam o Grupo Europeana .
Apoio adicional provém de mais de 180 organizações de património e conhecimento bem como de especialistas em TI de toda a Europa, que ajudam a solucionar problemas técnicos e de usabilidade.

A Europeana baseia-se na experiência de The European Library, que é um serviço da Conferência das Bibliotecas Nacionais Europeias.

O Projecto é coordenado pela Europeana Foundation. Os seus membros são os presidentes de associações europeias do património cultural e de associações do sector da informação

A Europeana permite às pessoas explorar os recursos digitais de museus, bibliotecas, arquivos e colecções audiovisuais da Europa. Promove oportunidades de descoberta e de actividade num espaço multilingue onde os utilizadores podem colaborar, partilhando e sendo inspirados pela rica diversidade do património cultural e científico da Europa.
Idéias e inspiração podem ser encontradas em mais de 15 milhões de itens presentes na Europeana. Esses objectos incluem:
  • Imagens - pinturas, desenhos, mapas, fotografias e imagens de objectos de museu
  • Textos - livros, jornais, cartas, diários e documentos de arquivo
  • Sons - música e palavras faladas de cilindros, fitas, discos e transmissões de rádio
  • Vídeos - filmes, noticiários e programas de TV
Alguns objectos e assuntos são mundialmente famosos, como o livro de Isaac Newton sobre a Leis do Movimento, ou os desenhos de Leonardo da Vinci, A pintura de Johannes Vermeer "Girl with a Pearl Earring" ou objectos sobre o Muro de Berlim. Outros são tesouros escondidos, esperando que você os descubra.

Cerca de 1500 instituições têm contribuído para a Europeana. Nomes importantes como a British Library em Londres, o Rijksmuseum em Amesterdão e o Louvre em Paris, são apresentados lado a lado com organizações de menor porte de toda a Europa. Em conjunto, as suas colecções permitem-lhe explorar a história da Europa desde a antiguidade até aos dias actuais.

Quer encontre uma obra célebre ou um objecto menos conhecido, a Europeana conecta-o sempre à fonte original do material para que possa ter certeza da sua autenticidade.


Fonte: Europeana
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quinta-feira, 3 de março de 2011

Serviço de Referência(Ana Vanessa,Thaís Mara,Vinícius Silveira)

A plataforma Web, atualmente é considerada um dos suportes mais utilizados e crescentes que dinamiza, sociabiliza, e inova informações, ao usuário onde quer que esteja,por isso ao mencionar o termo dinamizar e sociabilizar, nos abre precedente para inovar criando produtos e serviços de informação. Ao falar de produtos e serviços de referência e informação online Cunha (2002) sugere a criação de um balcão de referência e informação virtual como tendência efetiva para os próximos anos no que tange a disponibilização de produtos e serviços em bibliotecas, por isso o levantamento dos produtos e serviços de referencia e informação tradicionais citados na literatura, bem como o dos produtos e serviços de referência e informação hoje disponibilizados na forma virtual pelas bibliotecas é extremamente proveitoso para a gestão e planejamento dos novos serviços de referência e informação que já apontam claramente no horizonte de necessidades das BUFs (Bibliotecas Universitárias Federais Brasileira).
Figueiredo (1996), afirma que:
As tendências futuras, realmente apontam para o serviço de referência e informação online sugerindo cada vez mais a utilização de recursos tecnológicos para a disseminação de informações as bases de dados computadorizadas, que já estão ocasionando o cancelamento de assinaturas de periódico, substituídas por base de dados on line, pagas conforme a freqüência e o uso, e a implementação de vídeo texto e tele texto, o oferecimento de disseminação seletiva da informação online.
Reforçando esta afirmação temos Grogan (2001) que diz:
[...] a proporção crescente das fontes de informação tradicionais do bibliotecário de referência que se apresentam na forma de base de dados informatizadas, ao lado de inúmeras ferramentas novíssimas, disponíveis para buscas numa variedade de novas formas, representa um progresso do serviço de referência.
Neste contexto, bem como no que envolve o serviço de referência e informação online, a satisfação às necessidades de informação dos usuários dá-se pela antecipação da resposta, através da variedade e atualidade dos produtos e serviços disponibilizados online, necessitando para isso um estudo prévio de usuário para identificar as necessidades de informação do grupo em questão .
Figueiredo (1996) sugere os seguintes serviços em bibliotecas universitárias:
a) Provisão de documentos: Circulação, consulta, empréstimo entre bibliotecas,
comutação, fornecimento de copias, entrega de material, preparação de traduções;
b) Provisão de auxilio bibliográfico: Localização de material, verificação de referências,
levantamento bibliográfico em assuntos especializados;
c) Serviço de alerta: Informais (exposições), Formais (lista de novas aquisições);
d) Orientação ao usuário: Provisão de Guia, Consulta orientada, cursos de instrução Bibliográfica, promoção de serviços, auxílio editorial, preparação de obras individuais.Desde as formas tradicionais até as versões online, as atividades propostas pelo Serviço de Referência e Informação variam de acordo com o tipo de biblioteca e o perfil dos usuários. Macedo citado por Carvalho (2004), aponta os quesitos que o tripé:bibliotecários, usuários e tecnologia precisa ter para que o SRI on line seja bem sucedido.São eles:
- Postura criativa e pró-ativa do bibliotecário, ao exigir ofertas de “atividades que
antecipem a demanda de informações”;
- Planejamento para o atendimento virtual, sob pena de comprometer a credibilidade do
sistema, caso o cliente não seja atendido prontamente;
- Interface amigável de boa navegação, a fim de atrair o usuário para sua utilização.

Feito por:Ana Vanessa,Thaís Mara,Vinícius Silveira.
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domingo, 20 de fevereiro de 2011