sábado, 30 de abril de 2011

II Fórum Bibliotecas Públicas: Serviços de Informação e Mediação de Leitura

 Durante o XXIV CBBD estarão ocorrendo diversos eventos paralelos no período matutino.
Dias 8 e 9 de agosto acontecerá o II Fórum  Bibliotecas Públicas: Serviços de Informação e Mediação de Leitura
Chamada de Trabalhos
A Coordenação Geral do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas - CGSNBP, da
Fundação Biblioteca Nacional - FBN, realizará no período de 8 e 9 de agosto de 2011, no XXIII CBBD - Maceió/AL, o I I Fórum sobre Bibliotecas Públicas: serviços de informação e mediação de leitura.
No período de 28/04 a 20/05 do corrente, a CGSNBP/FBN estará recebendo
trabalhos voltados para o tema do evento
: “Serviços de informação e mediação de
leitura”, contendo os subtemas:
1) Serviços de informação para a comunidade;
2) Mediação de leitura nas bibliotecas públicas
Remeter trabalho para o e-mail: cgsnbp@bn.br e por sedex para:
Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas/Fundação Biblioteca Nacional
Rua da Imprensa, 16/11º andar - Centro
20030-120 – Rio de Janeiro - RJ
O resultado será divulgado no dia 10/06 no site http://www.bn.br/snbp e remetido por e-mail para os autores. ((•)) Ouça este post

Palestras sobre Arquivos e Gestão Documental

O  Arquivo Público do Estado de São Paulo - SAESP disponibilizou em seu site as apresentações do I Ciclo de Palestras sobre Arquivos e Gestão Documental. Para fazer download do material, clique aqui.
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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Oportunidades

Ouro Preto – MG abre concurso para 246 vagas

Entre no link para saber mais informações sobre as vagas disponíveis. Há vagas para diversas áreas de nível médio e superior, inclusive para biblioteconomia.
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Serviços de informação da Embrapa

A Embrapa lançou oficialmente no dia 27/04/11 seu conjunto de serviços de informação de acesso aberto. Mantido pelo Sistema Embrapa de Bibliotecas, que é coordenado pela Embrapa Informação Tecnológica, e pelo Laboratório de Software Livre, que faz parte da Embrapa Informática Agropecuária, o Repositório Alice (Acesso Livre à Informação Científica da Embrapa), a Infoteca-e (Informação Tecnológica em Agricultura) e o Sabiia (Sistema Aberto e Integrado de Informação em Agricultura) constituem os principais resultados do projeto "Acesso Aberto na Embrapa", financiado pela própria instituição de pesquisa.

Repositório Alice é o repositório institucional da Embrapa. Ou seja, lida exclusivamente com a informação científica produzida na instituição, aquela que alimenta e que resulta das atividades de pesquisa. Com o ele, a Embrapa cria vias alternativas de comunicação científica dentro da própria instituição, mas, sobretudo, com a comunidade científica mundial. O sistema, que é interoperável, nasceu com 15.219 itens armazenados (artigos de periódicos, trabalhos de congressos, notas técnicas, capítulos de livros, livros, teses e dissertações, etc). O Repositório Alice está disponível em www.embrapa.br/alice.

O Infoteca-e embora não seja constituído de informação científica, representa o reforço da responsabilidade social da Embrapa, onde o conhecimento produzido chega até os mais diversos segmentos da sociedade. A informação gerenciada pela Infoteca-e é aquela sobre as tecnologias desenvolvidas na instituição. Suas coleções são formadas por conteúdos editados na própria instituição (em forma de cartilhas, livros para transferência de tecnologia, folderes, artigos de divulgação na imprensa, programas de rádio do Prosa Rural e de televisão do Dia de Campo na TV, etc), com linguagem adaptada de modo que produtores rurais, extensionistas, técnicos agrícolas, estudantes e professores de escolas rurais, cooperativas e outros segmentos da produção agrícola possam assimilá-los com maior facilidade, e, assim, apropriarem-se de tecnologias geradas pela Embrapa. O sistema conta hoje com mais de 11.500 itens. Nessa perspectiva, a Embrapa estende os benefícios do acesso aberto para públicos não fazem parte da comunidade científica. A Infoteca-e está disponível em www.embrapa.br/infoteca.

O Sabiia, por fim, é o que no jargão do acesso é chamado de provedor de serviços, só que temático. É o primeiro provedor de serviços da área de agricultura do mundo! Trata-se de um mecanismo de busca automatizado que coleta e centraliza metadados de provedores de dados científicos de acesso aberto, previamente selecionados. Essa interface reúne informações sobre agricultura e áreas afins, possibilitando o acesso ao texto integral de milhares de publicações científicas disponíveis em diversas instituições nacionais e internacionais. Hoje, o Sabiia indexa mais de 191.000 de registros de 115 provedores de dados, permitindo o acesso a documentos como livros, capítulos de livros, artigos em periódicos, folhetos, teses, anais de eventos, entre outros. O Sabiia está disponível em www.embrapa.br/sabiia.

Todos os três sistemas possuem interface trilíngue (português, inglês e espanhol). Com essa família, a Embrapa, por meio de seus bibliotecários e uma equipe de TI, passa a atuar mais agressivamente com conteúdos livres em ambiente digital de modo a contribuir para a ampla circulação de informação para potencializar a pesquisa e desenvolvimento em agricultura, o desenvolvimento da produção agrícola em nível nacional e internacional.

Fonte: Fernando César Lima Leite/UNB para o Bib_virtual (lista de discussão de bibliotecas virtuais do IBICT)

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Dicas de formatação

Bom dia gente!!!

Este é meu primeiro post aqui no blog. Não sei se vc sabem mas, sou aluna do 5ºperíodo de Biblioteconomia do UNIFOR-MG e aluna da Profª Célia na matéria de Gestão Documental I.
Mas a minha contribuição aqui hoje é para todos os alunos que vivem nas idas e vindas com as formatações de trabalho, achei um link muito legal láááá no blog da Biblioteca da UFLA sobre Como excluir o número de páginas antes da introdução, e achei que seria muito útil para todos que ainda não conhecem este "macetizinho" principalmente p/ meus colegas de turma que estão aí na batalha com o TCC. Então galera fica aí a dica p/ vocês acessarem o blog e conferir lá o manual tá bom.
Bjos p/ todos e um bom fim de semana.
PS: Tá aqui o link viu?!?http://www.biblioteca.ufla.br/blog/ ((•)) Ouça este post

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Bibliotecários em ação: Compartilhando Experiências

Biblioteca  escolar, que lugar é este? Biblioteca escolar é...... Um mundo, .... um   lugar mágico, ....um lugar onde descobri como é bom ler um livro,  um lugar onde eu consegui me realizar... um lugar onde eu descobri o conhecimento!

 Para compartilhar conosco  a sua  experiência profissional, aqui no Fontes, convidei uma bibliotecária com sólida experiência no universo da biblioteca escolar: Sônia Grandi. Fiz o convite e ela aceitou.  Li o texto da Sônia, gostei e  certamente ele produzirá efeitos. Este breve relato nos revela sobre a força de uma escolha, a dedicação de um profissional, a busca pelo conhecimento e a descoberta de ter acertado nesta escolha. Do ponto de vista técnico é carregado de significados e pode ajudar a descobrir este universo chamado biblioteca escolar. É uma honra poder publicar um pedacinho da sua trajetória aqui no Fontes e  obrigada!!
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"Para a primeira pessoa a quem eu disse que ia cursar Biblioteconomia, ouvi a seguinte pergunta: “Biblio oooquê?
Mas, isso não me surpreendeu nem me desencorajou, até mesmo porque uma das minhas melhores amigas (bibliotecária) foi uma grande incentivadora nessa escolha.
Comecei minha carreira profissional como secretária bilínque, trabalhando sempre em empresas multinacionais. Até que surgiu esse “turning point” em minha vida. Resolvi prestar vestibular para Biblioteconomia. Portanto, escolhi a carreira não porque já havia trabalhado em biblioteca e precisava da graduação para melhorar meu salário e posição. Nem mesmo, por exclusão nas escolhas. Escolhi porque, após conversar muito com minha amiga, percebi que era uma profissão com a qual eu me identificaria muito. E isso realmente aconteceu. Sou bibliotecária por paixão!
Prestei vestibular para o curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação, na FESP, em São Paulo e, já no terceiro ano, comecei meu estágio na área escolar, numa das melhores escolas de São Paulo – Escola Graduada de São Paulo (Escola Americana – Graded School). Foi o emprego que me abriu as portas para o segmento de bibliotecas escolares. E nunca mais saí dessa área.
Depois, trabalhei por quase 10 anos, no Colégio Santo Américo, onde tive a oportunidade de desenvolver toda a minha habilidade técnica e, principalmente, de gerenciamento de biblioteca, que, por sinal, é uma das minhas habilidades preferidas. Nessa época, tive o grande desafio de reestruturar a biblioteca e desenvolver projetos pedagógicos junto com o corpo docente que marcaram a biblioteca do Santo Américo como um padrão de excelência nesse tipo de atuação. Com aulas e professoras exclusivas de biblioteca, desenvolvemos um projeto pedagógico que contemplava a biblioteca como setor fundamental nas atividades de leitura, orientação de estudos e pesquisa.
Iniciei, nessa época, junto com outras colegas bibliotecárias escolares, um grupo que congregava profissionais da área escolar com o objetivo de disseminar e fortalecer a nossa profissão e, ainda, contribuir para o desenvolvimento dos colegas que escolhiam a área escolar como opção de trabalho.
Após 2004, comecei a fazer consultorias em escolas, sempre com a finalidade de melhorar o desempenho do profissional bibliotecário de cada instituição, através de orientação e assessoria na perspectiva de seu trabalho.
Em 2006, fui contratada para montar e organizar as bibliotecas de uma grande escola judaica bilíngüe, cujo currículo é baseado numa perspectiva de investigação e que tem a leitura e a pesquisa como prioridades na grade curricular. É onde estou até hoje, inclusive, trabalhando arduamente para a construção de um “Media Center” para o ano de 2012, que congregará todas as mídias de informação e leitura num espaço amplo, moderno, arrojado e receptivo.
Continuo prestando consultoria às escolas e a algumas editoras e, também participando e ajudando a organizar  conferências, encontros, simpósios e palestras para entidades nacionais e internacionais significativas na nossa área de atuação.
É assim que eu penso e é assim que eu faço. Desenvolvo meu trabalho com muito amor e dedicação, porque simplesmente GOSTO DO QUE FAÇO!"
SONIA MARIA GRANDI – Bibliotecária Coordenadora da Escola Beit Yaacov – São Paulo, SP     CRB-8/5498Fonte da imagem:  Blogue das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas da Guia
Eu gostei muito do relato de experiência da Sônia, ele é motivador. E você? Registre no Comentários o que você aprendeu com este post.
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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Unesp lança 50 livros digitais gratuitos

A partir desta quarta-feira (27/4), a Universidade Estadual Paulista (Unesp) disponibilizará gratuitamente 50 novos livros digitais. Segundo as responsáveis pela iniciativa, a Editora Unesp e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação, os títulos integram o selo Cultura Acadêmica (lançado em 1987, o segundo da Fundação Editora da Unesp) e dão continuidade à Coleção Propg Digital, que oferece obras inéditas para download. Entre os títulos estão textos sobre história, letras, educação, psicologia, comunicação, música, geografia e urbanismo, teatro, política e ciências sociais, economia, arquitetura, filosofia, matemática e artes. É necessário fazer um cadastro para ter acesso às obras. Visite o site da Editora Cultura e acesse os títulos
Fonte: Agência FAPESP ((•)) Ouça este post

Bibliotecas noTwitter

Pessoal segue abaixo uma relação das bibliotecas que estão usando o Twitter para se comunicar com o seu público. Periodicamente,  temos recebido informações sobre bibliotecas que passaram a usar esta rede e, aí atualizamos a lista abaixo.


+  Bibliotecas = gente trocando informação  
  • Biblioteca ECA – Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo
  • Biblioteca_uc3m - La Biblioteca de la Universidad Carlos III - Madrid
  • ndiipp - National Digital Information Infrastructure and Preservation Program.
  • Bibliotecas_ic - Red de Bibliotecas del Instituto Cervantes 
http://www.cervantes.es/bibliotecas_documentacion_espanol/default.htm
  • BibliotecaFMVZ - Biblioteca da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - USP
  • bibliotecaESALQ - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP)
  • BibliotecaPUCRS - Biblioteca Central Irmão José Otão – Porto Alegre, Brasil
http://www.pucrs.br/biblioteca

Pesquisado pela aluna Gisele Alaião do 3º período de Biblio 1S/2011 e atualizado periodicamente pela prof. Célia
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V Fórum de Integração da Biblioteca com a Sala de Aula

 Vai  acontecer no dia 25 de maio de 2011, de 8 ás 12hs, no auditório do Instituto de Educação de Minas Gerais, localizado à Rua Pernambuco, 47 - Funcionários, em Belo Horizonte o V Fórum de integração da biblioteca com a sala de aula.


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terça-feira, 26 de abril de 2011

O livro de papel já morreu?

Usando as novas ferramentas de comunicação, um grupo de professores da África do sul está inovando o jeito como se produzem livros didáticos e acabaram se transformando numa experiência acompanhada por diversos centros de tecnologia do mundo. Espalhando em diversas partes do país, eles escrevem coletivamente, numa página da internet, livros sobre todas as matérias ensinadas nas escolas. Mas cada professor adapta o conteúdo para sua realidade local, a começar do seu bairro. Um mesmo livro, portanto, pode ter centenas de diferentes versões.Como nem todas as escolas têm acesso á internet (onde os conteúdos estão disponíveis gratuitamente), encontraram uma saída. Sem cobrar direitos autorais, eles organizam o material e entregam textos para editoras tradicionais. O livro chega ás escolas com um preço mais barato“ Em pouco tempo, o papel será dispensável”, disse o físico Mark Honer, um dos coordenadores do projeto batizado de Siyavula.Essa foi uma da experiências que chamaram a atenção num encontro na semana passada que reuniu, os EUA, alguns especialistas em inovações tecnológicas e educação. Serve como mais uma provocação sobre o futuro da produção e distribuição do conhecimento no geral e dos livros e dos escritores em particular. O fim do livro de papel é tido como uma questão de tempo. isso significa que as livrarias vão desaparecer? Para quem, como eu, tem prazer de andar por livrarias e sentir o papel, essa é uma pergunta incômoda. Andando aqui no metrô, vemos quanta gente aderiu ao livro eletrônico. Algumas escolas resolveram aposentar os livros didáticos de papel, usando até o argumento de que, assim, deixam as mochilas mais leves e preservam a saúde dos estudantes. Comemora-se até o fato de que, com os novos aparelhos, cresce a venda entre os mais jovens.Com o aumento do consumo dos e-books, surgiu um mercado paralelo legal e clandestino de distribuição de arquivos.Está acontecendo com os escritores o que, no passado, ocorreu com os músicos, quando surgiu o Napster. Depois de muita briga por causa da troca clandestina de arquivos, começaram a reinventar um novo modelo de negócios. Mas cada vez se ganha menos dinheiro vendendo CDs, aliás quase ninguém mais vende relógio de pulso. Nem e-mail. A onda de aplicativos está tornando até obsoleta a internet do www. Os músicos podem compensar a queda da renda fazendo shows. O que os escritores deveriam fazer? Palestras remuneradas?Podemos não gostar quando uma mudança tecnológica nos afeta, mas adoramos pode falar pelo Skype sem pagar a ligação telefônica. Não é tão diferente assim dos desafios do jornal que se estruturam para cobrar os conteúdos digitais. É um desafio que atinge as escolas. O conteúdo das matérias já podem ser encontradas na internet, algumas vezes com recursos mais interessantes e provocativos do que os dados em sala de aula. O Media Lab, do MIT, desenvolveu uma plataforma (Scratch) em que as próprias crianças fazem seus jogos e trocam suas criações pelo mundo aliás, o MIT desenvolveu conteúdo gratuito só pra o ensino médio. Como a transmissão do conhecimento não para de crescer, os modelos de negócio depois do baque, gerando perdedores e ganhadores. Alguém poderia imaginar que jornais pagariam parte dos salários dos jornalistas com base do numero de clicks em suas páginas ou matérias na internet?Estudos têm mostrados que, depois da onda provocada pelo Napster, não diminuiu a produção de aplicativos foi estimuladas.Os desafios da sustentabilidade são enormes, mas as oportunidades são maiores ainda. Um caso está ocorrendo aqui em Harvard, onde ganha força um ambicioso projeto para criar a maior biblioteca digital do mundo, que é acessível a todos. A pretensão é nada menos do que selecionar todo o conhecimento já produzido pela humanidade. Uma das inspirações é a Europeana, na qual se encontra 15 milhões de versões digitais de livros e obras de arte. Além de Harvard, estão aderindo ao projeto as maiores universidades americanas com seus monumentais acervos de livros, além da biblioteca do congresso americano. Representantes da Apple, Microsoft e Google estão participando dos encontros. Os livros de papel, os CDs e até as escolas tradicionais podem morrer. Mas o conhecimento esta cada vez acessível .
Fonte: 
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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Oportunidades

[25/04/2011] Prefeitura de Bagé - RS
Inscrições: 18 de abril a 08 de maio de 2011
Remuneração: R$ 1.387,80
Vagas: 02
Taxa: R$ 70,00
Data prevista para a prova: 28 e 29/05/2011
Site: www.msconcursos.com.br

[20/04/2011] Prefeitura de Ribeirão Preto - SP
Inscrições: 02 a 22 de maio de 2011
Remuneração: R$ 2.439,14 (20 h.)
Vagas: 01
Taxa: R$ 50,00
Data prevista para a prova: 03/07/2011
Site: http://www.institutocetro.org.br

[19/04/2011] Prefeitura de Londrina - PR
Inscrições: 18 de abril a 05 de maio de 2011
Remuneração: R$ 1.919,15 (30 h.)
Vagas: 02
Taxa: R$ 38,00
Data prevista para a prova:29/05/2011
Site: wwww.consulplan.net

[11/04/2011] Prefeitura de Oliveira - MG
Inscrições: até 19 de abril de 2011
Remuneração: R$ 1.244,78 (30 h.)
Vagas: 05 (01 para portador de necessidades especiais)
Taxa: R$ 60,00
Data prevista para a prova: não divulgada
Site: www.gestaodeconcursos.com.br

[08/04/2011] Prefeitura de Ipê - RS
Inscrições: até 18 de abril de 2011
Remuneração: R$ 918,59
Vagas: Cadastro de reservas
Taxa: R$ 58,78
Data prevista para a prova: 14/05/2011
Site: www.unars.com.br/

[29/03/2011] Prefeitura de Jarinu - SP
Inscrições: 23 de março a 20 de abril de 2011
Remuneração: R$ 1.586,94
Vagas: Cadastro de reservas
Taxa: R$ 60,00
Site: www.rboconcursos.com.br

Fonte: www.biblioconcursos.com.br ((•)) Ouça este post

domingo, 24 de abril de 2011

Twitter: o que é? pra que serve?

 O Twitter é um micro-blog, um lugar para você publicar pequenos textos (mensagens) com até 140 caracteres (incluindo espaço e pontuação). Essas mensagens são chamadas individualmente de “Tweets” – ou seja, traduzindo do inglês, “piados”, como o som que os passarinhos fazem. Por isso mesmo que o logotipo do Twitter (palavra que também significa “pio”, “piar”) é um passarinho azul.
Assim o Twitter é uma lista de pequenas mensagens que alguém publica sobre diversos assuntos e temas e que qualquer um pode ler e acessar, como uma página de um blog ou site. Serve especialmente para trocar informações, manter-se informado sobre o que outras pessoas estão fazendo e também para você divulgar informações e falar de suas atividades, sobre qualquer assunto que seja do seu interesse ou que você queira, pode ser usado até em bibliotecas.  Já tem muitas bibliotecas usando? Você sabia? Você conhece alguma biblioteca que está usando o twitter para se comunicar com o seu público? então, use o espaço Comentário para nos contar.
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A referência como processo de tomada de decisões

A
 tomada de decisão é um processo presente e  intensivo na rotina diária de  qualquer  profissional,  e  os bibliotecários fazem parte deste universo.  Neste caso, são decisões que dizem respeito à compra de materiais do acervo, a existência ou não de um acervo físico, á definição de um software para automatizar as rotinas de uma biblioteca, aos termos  que serão usados para representar este ou aquele objeto, quais as fontes de informação serão usadas para atender ás consultas,  as informações que serão usadas para elaborar um relatório gerencial e tantas outras decisões que são tomadas no trabalho diário de um profissional de informação, bibliotecário. Especificamente no que diz respeito ao serviço de referência, pode se afirmar que  “quando o bibliotecário de referência realiza o atendimento em sua rotina de trabalho, “cara a cara” com seu usuário, no momento em que ouve a queixa ou a questão deste e se movimenta para a resolução, ele está formando um diagnóstico da situação  envolvida, e dá partida para uma ação de decisão. De acordo com Matucci(2000) , este processo é constituído de três fases: a compreensão da questão; a busca; e o fornecimento da resposta. (TIMBÓ, 2002p.85)

O que o bibliotecário deve fazer? Para Grogan (1996) o bibliotecário deve: demonstrar acessibilidade, olhar para o usuário, deixando de lado qualquer outra tarefa, ouvir até o fim e, por último, concentrar a atenção no que ouve.

A tomada de decisão envolve: começar por onde?  Buscar na base bibliografia, em outros acervos, em outras bases. Neste sentido de acordo com Timbó (2002)  “esses são momentos que expressam com maior vigor a característica reflexiva e artística do trabalho de referência; exigem intuição, imaginação, criação, reflexão e persistência na busca por parte do bibliotecário, aliadas ao conhecimento na ação e a um diálogo com a situação problema que exige uma intervenção concreta.” (TIMBÓ, 2002, p.87)

TIMBÓ, Noeme Viana.  O controle emocional do bibliotecário facilitando o processo de comunicação na entrevista de referência. Revista de Educação do Cogeime, v. 11, n. 21, dezembro / 2002

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Empréstimo de livros digitais?

 Donos do Kindle poderão ''pegar'' livros em bibliotecas


A livraria virtual Amazon.com vai começar a permitir que usuários de seu aparelho de leitura Kindle peguem emprestado livros digitais de muitas bibliotecas localizadas nos Estados Unidos até o final deste ano. A iniciativa serve para acelerar a adoção do aparelho da empresa pelo mercado.
A Amazon, maior companhia de varejo online do mundo em vendas, informou que os usuários do Kindle poderão pegar emprestado livros de 11 mil bibliotecas e fazer anotações eletrônicas nos livros. A companhia, porém, não informou a data exata do lançamento do serviço.
Os leitores poderão pegar o livro emprestado por um período de sete a 14 dias. O serviço também funcionará no aplicativo gratuito do Kindle para celulares inteligentes e computadores.
A Amazon lançou o Kindle em 2007 e coloca, na maior parte dos livros digitais que vende, preços inferiores a US$ 10, como uma estratégia para acelerar a adoção do produto e se proteger de rivais como o Nook, da rede de livrarias Barnes & Noble, e o próprio iPad, da Apple.
A Barnes & Noble lançou o empréstimo de livros eletrônicos de bibliotecas na mesma época em que lançou o seu leitor eletrônico Nook, em outubro de 2009. / REUTERS
Fonte: O Estado de S.Paulo, 21 de abril de 2011 ((•)) Ouça este post

terça-feira, 19 de abril de 2011

Atendimento on-line: novo serviço oferecido pela biblioteca da Escola de Arquitetura da UFMG

A biblioteca da Escola de Arquitetura lança novos serviços: o primeiro deles é o serviço de atendimento on-line e o segundo a ficha catalográfica em formato eletrônico. O atendimento on-line foi criado com o objetivo de esclarecer as dúvidas dos usuários em tempo real. Segundo a bibliotecária-chefe, Márcia Diniz, inicialmente foram estabelecidos horários de atendimento, mas o objetivo é oferecer o atendimento durante todo o horário de funcionamento da biblioteca.
Outro novo serviço é a disponibilização da ficha catalográfica padrão no formato eletrônico para que o próprio usuário preencha os campos com os dados referentes ao seu trabalho. “A disponibilização desse novo produto irá facilitar a inserção obrigatória da ficha catalográfica nos trabalhos acadêmicos, agilizará o processo de sua confecção e evitará erros de interpretação relativos ao conteúdo do trabalho,” explica Márcia.

No site, estão disponíveis ainda tutoriais do Portal de Periódicos da Capes e do EndNote Web, desenvolvidos pelos bibliotecários da unidade com o objetivo de otimizar e facilitar o uso dessas ferramentas.  Além disso, os serviços tradicionais já oferecidos como o Comut, orientação à normalização, pesquisa bibliográfica, entre outros, também estão disponíveis no site, além de links de interesse para os usuários. 

Tais iniciativas mostram que os bibliotecários estão usando as mídias sociais para atender os usuários. Como o tema faz parte das discussões, vale a pena conferir o site da biblioteca, clicando aqui!  
Fonte: Sistema de Bibliotecas da UFMG
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domingo, 17 de abril de 2011

Nova NBR sobre elaboração de Trabalhos Acadêmicos

Recebi a informação e vou compartilhar com vocês:
Está em vigor a partir de hoje, dia 17/04/11 a 3ª edição da NBR 14724 que trata sobre a elaboração de Trabalhos Acadêmicos.
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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Bibliotecário da UFMG ministrou palestra sobre Serviço de Referência Digital

Este post tem tudo a ver com a nossa discussão sobre serviço de referência virtual ou digital. Relata a palestra do bibliotecário da Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG -  Face - Leonardo Renault, mestre em Ciência da Informação pela UFMG,  que falou sobre Serviço de Referência Digital na Universidade Federal do Espírito Santo, na sexta-feira 25 de março de 2011.  O Serviço de Referência Digital (SRD) baseia-se na prestação de serviços à distância para orientação de usuários com foco na utilização de ferramentas de tecnologia de informação e comunicação. Vale a pena conferir a palestra do Leonardo Renault que traz muita informação ao assunto que estamos discutindo em sala de aula. Clique aqui e veja no link a palestra na íntegra. 
Fonte: Biblioteca Universitária da UFMG
Veja a palestra que foi disponibilizada e escreva em Comentários o que você aprendeu!!         
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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Este blog agora tem um código de barras

Internet Blog Serial Number - IBSN é o número do código de barras, que fornece o número de identidade do blog

 

IBSN registrado
Blog: Fontes
IBSN: 13-02-2011-03

 

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5º Encontro Brasileiro de Arquitetura da Informação

Vai acontecer  nos dias 21 e 22 de Outubro de 2011 no Auditório do CRQ 4º Região - Rua Oscar Freire, 2.039 - São Paulo, Brasil

O EBAI visa promover um amplo debate sobre as questões ligadas a disciplina da Arquitetura de Informação e a sua importância no design de  ambientes digitais e espaços físicos.

Para tanto, pretende reunir pesquisadores, docentes, profissionais e estudantes facilitando a divulgação de trabalhos e a troca de experiências entre as comunidades acadêmica e profissional. São abordados os fundamentos teóricos, as práticas e as aplicações emergentes da disciplina, visando explorar sinergias e perspectivas multidisciplinares.

Os temas de interesse são:
  • Definições de Arquitetura de Informação
  • Currículo de Arquitetura de Informação
  • Documentação, metodologias e ferramentas
  • Folksonomia e sistemas de classificação
  • Usabilidade e pesquisa com usuários
  • Design de Interação, User Experience e Design Centrado no Usuário
  • Mecanismos de busca e SEO
  • RIAs (Rich internet applications)
  • Comunidades on-line, softwares sociais e colaboração
  • Intranets e portais corporativos
  • Web 2.0
  • Interfaces para dispositivos móveis
  • Mercado de trabalho
Veja mais detalhes  no Site oficial do evento: http://www.congressoebai.org
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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Serviço de Referência Virtual ( Carolina, Lívia, Mariana)

Característica dos serviços 
serviços de referência virtual via correio eletrônico surgiram nos Estados Unidos no final da década de 1980, ao mesmo tempo em que as bibliotecas começaram a colocar seus catálogos na Internet. Alguns desses catálogos permitiam que os usuários remotos submetessem suas perguntas através de links que possibilitavam o pedido de consulta de um documento. Assim como os serviços Ask- A-Scientist e Ask-A-Volcanologist, que recebem perguntas por e-mail específicas sobre uma área da ciência, o serviço Ask a Librarian (Pergunte a um bibliotecário) existe na Internet há alguns anos e é fácil de ser acessado pelos motores de busca quando alguém faz uma pergunta. São os departamentos de referência das bibliotecas que criam esse serviço como um link na home page da biblioteca, aumentando consideravelmente o número de consultas. Muitas vezes o serviço que era apenas dirigido a uma específica comunidade acadêmica aumentou com o recebimento de mensagens provenientes de várias partes do mundo. Serviços como Google, Fast e Altavista são indicados como os promotores desse tipo de explosão no uso da referência virtual. Na Internet podem ser encontradas bibliotecas que oferecem serviços de referência no tempo real via acesso à base de dados, telefone, e-mail, formulário na Web, videoconferência, “Internet chat”, páginas de FAQs ou Mural. Os serviços de referência chamados também de Ask-An- Expert (AskA) são o oposto das páginas estáticas e têm como objetivo desenvolver atitudes necessárias para a pesquisa nos seus usuários (Kasowitz, 1998). As pessoas que servem na referência digital são especialistas (voluntários, orientadores, bibliotecários e outros); podem ser chamadas de especialistas da informação porque realizam o trabalho similar àquele já estabelecido na biblioteca física. Alguns desses serviços têm um público específico, como o KidsConnect, para estudantes de primeiro grau, outros direcionados aos professores desses alunos, como o AskERIC, e outros oferecem informação específica sobre um assunto para todo tipo de público, como o MAD Scientist Network. Atualmente esses serviços de referência oferecem dois tipos de especialidade, informação sobre temas práticos e informação de referência e instrutiva.

Tipos de Suporte e Funcionamento
Diversas bibliotecas estão realizando testagem de serviços de mensagens de e-mail instantâneos chamados de “Live Help”, os quais provêm apoio na pesquisa e navegação para os usuários das bibliotecas na Web. Os programas devem ser avaliados como projetos pilotos para testar sua eficiência na resposta imediata e se eles respondem às necessidades do tipo de informação que é requerida. Um exemplo é o NCI Information Specialists, que dá apoio ao serviço “Live Help” do National Cancer Institute com informações sobre o câncer, não dá consultas, mas dá assistência às pessoas que navegam no seu site. A home page com o piloto do serviço está no endereço http://cancer.gov/livehelp/beta/ phase2.html. Os promotores do projeto mantêm os usuários atualizados com as mudanças no serviço e aceitam as sugestões dos participantes no período de testes. O serviço de referência via telefone tem sido usado tradicionalmente pelas bibliotecas como a melhor forma de oferecer seus serviços para usuários remotos, mas o custo pode ser considerável ao se tratar de chamadas de longa distância. O serviço de referência via correio eletrônico possui as mesmas vantagens, como também permite o envio e recebimento da informação no horário mais conveniente para o usuário. Outras vantagens do correio eletrônico usado no serviço de referência são o anonimato e a permissão da impressão de todo o processo de consulta e do resultado da pesquisa. Por sua parte, a videoteleconferência de referência, que surgiu no Interactive Reference Service da University of California (http://www.ala.org/acrl/paperhtm/a10.html), tem demonstrado nos últimos anos a necessidade de novas regras de etiqueta para a comunicação entre usuários e o pessoal encarregado; o suporte tecnológico efetivo deste último grupo é fundamental para o funcionamento do serviço em tempo real. Atualmente, o uso da tecnologia de teleconferência é considerado fundamental para o desenvolvimento de coleções e serviços digitais (Lessik, 1997). Uma característica que se destaca nesses projetos é a dos bibliotecários de referência on-line que estão se especializando no uso das tecnologias e das obras de referência existentes na rede. O perfil e as tarefas do servidor ou novo bibliotecário de referência surgem caraterizando um tipo de profissional que não mais realiza seu trabalho usando apenas obras em papel, opacs e bases em cd-rom. Um exemplo é Gary D. Price, da Virginia Campus Library, na George Washington University, que preparou um site contendo links para as obras de consulta mais usadas na área de referência (http://gwu.edu/~gprice/ handbook.htm) e para algumas bases de dados “escondidas” na rede (http://gwis2.circ.gwu.edu/~gprice/ direct.htm). Essas iniciativas são comuns entre os bibliotecários responsáveis pelos “sites das bibliotecas”. A Iowa State University tem um real-time librarian, Gary McKiernan, especializado em referência digital em tempo real “_LiveRef(sm)”. Ele tem identificado bibliotecas que oferecem serviços desse tipo (http:// www.public.iastate.edu/~CYBERSTACKS/ LiveRef.htm). Também, é a página de um bibliotecário na Internet a que possui a mais completa bibliografia sobre serviços de referência (Sloan, 2000). Segundo Kasowitz (1998), o papel do especialista da informação na referência não é apenas o de “oferecer respostas”, mas sim preparar usuários e estudantes de todos os níveis para resolver efetivamente suas necessidades de informação e ajudar a formar um pensamento crítico de suas fontes para pesquisa.


REFERÊNCIA
http://dici.ibict.br/archive/00000077/01/Servi%C3%A7os_de_Refe%C3%AAncia_Virtual.pdf ((•)) Ouça este post

quinta-feira, 7 de abril de 2011

3º período, debate em nossa próxima aula!!!

fonte:istockphoto
Com os posts publicados sobre o serviço de referência virtual você pode ver como este serviço recebeu tantos nomes diferentes. Em nosso próxima aula vamos discutir sobre o material que vocês postaram. Veja os nomes diferentes que vocês encontraram na literatura: serviços on-line; Ask a Librarian, Serviços de Referência Virtual,bibliotecários de referência on-line    Ask A Service, Ask-A-Scientist; Ask-A-Librarian; Ask-An-Expert-  Serviço de Referência Digital, etc.
Leia os posts, escolha um que o seu colega publicou e vamos discutir juntos em sala. Te encontro em sala de aula. Até lá!!!!
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Serviço de Referência Virtual ( Beatriz, Denilson, Rosalinda)

Histórico, objetivo e definição
O nascimento da referência virtual trata-se do resultado da revolução da informática, que propiciou a transformação das tecnologias de informação e comunicação (TICs) em poderosas ferramentas de organização e difusão do conhecimento. Nesse processo, “as atividades [do] Serviço de Referência foram sendo alteradas e incrementadas em virtude do aparecimento de novas tecnologias” (PASQUARELLI, 1996, p.38), especialmente da Word Wide Web, que “representa uma mudança de paradigma radical com relação aos serviços bibliotecários” (MARCONDES; MENDONÇA; CARVALHO, 2006, p.175)
Mas o que seria um serviço de referência? Uma definição simples pode ser dada, Segundo Shera (1966, p. 21) “o serviço de referência abrange todo o espectro que inclui desde uma vaga noção de auxílio aos leitores até um serviço de informação muito esotérico, muito abstrato e altamente especializado. “Assim podemos resumir o serviço de referência virtual como uma ferramenta com o mesmo objetivo dada ao serviço de referência convencional, porém de maior praticidade e acesso, pelo grande alcance da internet.
Recursos utilizados e exemplos
Na Internet se encontra bibliotecas que oferecem serviços de referência no tempo real, via acesso à base de dados, telefone, e-mail, formulário na Web, videoconferência, e chats. Como vimos os recursos utilizados são de variadas formas, no exterior diversas bibliotecas estão realizando testagem de serviços de mensagens de e-mail instantâneos chamados de "Live Help", os quais provêm apoio na pesquisa e navegação para os usuários das bibliotecas na Web. Um exemplo é o NCI Information Specialists, que dá apoio ao serviço "Live Help" do National Cancer Institute com informações sobre o câncer, não dá consultas, mas dá assistência às pessoas que navegam no seu site. A home page com o piloto do serviço está no endereço http://cancer.gov/livehelp/beta/phase2.html. Os promotores do projeto mantêm os usuários atualizados com as mudanças no serviço e aceitam as sugestões dos participantes no período de testes. Há também o serviço de referência via e-mail do qual possui as mesmas vantagens que o via telefone, permitindo o envio e recebimento da informação no horário mais conveniente para o usuário. Até a videoconferência de referência tem sido utilizada como ferramenta de referência virtual.
Outro serviço que se destaca é o Ask-An-Expert (AskA), ele é dinâmico e tem como objetivo desenvolver atitudes necessárias para a pesquisa nos seus usuários, “As pessoas que servem na referência digital são especialistas (voluntários, orientadores, bibliotecários e outros); podem ser chamadas de especialistas da informação porque realizam o trabalho similar àquele já estabelecido na biblioteca física. Alguns desses serviços têm um público específico, como o Kids Connect, para estudantes de primeiro grau, outros direcionados aos professores desses alunos, como o AskERIC, e outros oferecem informação específica sobre um assunto para todo tipo de público, como o MAD Scientist Network. Atualmente esses serviços de referência oferecem dois tipos de especialidade, informação sobre temas práticos e informação de referência e instrutiva.” Kasowitz (1998).

Referências:
Disponível em: . Acesso em: 05 abr. 2011.
Disponível em: http://revista.ibict.br/pbcib/index.php/pbcib/article/viewFile/596/12>. Acesso em: 06 abr. 2011
KASOWITZ, Abby S. Guidelines for information specialists of K-12 Digital Reference Services. Virtual Reference Desk Publications, Oct. 1998. Disponível em: . Acesso em: 05 abr. 2011.
MARCONDES, Carlos H.; MENDONÇA, Marília A.; CARVALHO, Suzana M. Serviços via web em bibliotecas universitárias brasileiras. Perspect. Ciênc. Inf., Belo Horizonte, v.11 n.2, p.174-186. Mai./ago. 2006.
PASQUARELLI, M. L. R. Procedimentos para busca da informação: capacitação do aluno de graduação. Brasília: Thesaurus, 1996. 88 p.
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Serviço de Referência Virtual (Jordano, Paulo Henrique, Rodrigo)

Em meio a toda essa "explosão informacional", os profissionais da informação tiveram que se atualizar e aprender a trabalhar com as TICs (tecnologias de informação e comunicação), nos serviços de referência virtual elas agilizam a recuperação da informação substituindo instrumentos manuais como catálogos e fichas.
Com isso , a qualidade dos serviços e refência  e a capacidade de atendimento das necessidades do usuário, extenderam-se e economizou tempo de pessoal e recursos financeiros para a biblioteca. De acordo com a Reference and User Services (2004,p.9 apud PESSOA; CUNHA, 2007) "referência virtual é um serviço de referência iniciado eletrônicamente, frequentemente em tempo real, onde usuários utilizam computadores ou outra tecnologia da internet para se comunicarem com a equipe de referência sem estar fisicamente presente."

Surgimento
A chegada da internet na década de 1970 acarretou na mudança de instrumentos físicos para o virtual, com a produção de catálogos que eram produzidos a partir de citações bibliográficas e de índices. A baixa nos custos de armazenamento e a alta na procura da informação permitiu resumir muitos desses catálogos, que levou os usuários a buscar o documento primário que hoje ainda persiste, ou seja, o texto completo da informação sendo oferecido online.
Os serviços online possibilitaram à biblioteca oferecer um nível mais alto de serviço, por um custo aceitável, com agilidade e pequenos custos com equipe. Mas o serviço de referência vitual surgiu mesmo foi na década de 1980 nos Estados Unidos da América, quando se tornou comum a disponibilização dos catálogos da biblioteca na rede que facilitou a localização de acervo e informações

Formas de serviço de referência virtual
  • Correio eletrônico- e-mail
  • Chat- softwares de mensagens instantâneas ex: Windows Live Messenger (MSN), ICQ, Yahoo!; salas de bate-papo e softwares de chat(Morris Messenger que foi criado pela biblioteca de Morris, na Southerm Illinois University)
  • Videoconferência- permite a cumunicação entre usuário e bibliotecário de modo que eles se vêem, assim se assemelha com o serviço prestado pessoalmente, um exemplo é o software muito utilizado que chama-se CU-SeeMe que foi desenvolvido pela Universidade de Cornell que permite a comunicação em tempo real a partir de transmissão de vídeo e áudio, ele permite conferências entre duas pessoas e permite também em grupo.
Dificuldades de implantação
"Como tudo não são flores", assim diz um velho ditado, há divergências na implantação do serviço de referência virtual nas bibliotecas, esses fatores são:
  • Falta de planejamento necessário para avaliar o pessoal, os custos envolvidos na manutenção e no marketing do serviço;
  • pouca literatura sobre o seu funcionamento na prática e a sua administração;
  • se o serviço deve ser extendido ou não (algumas bibliotecas tem pouca procura em certas horas do dia, então não é necessário seu funcionamento por 24 horas);
  • dificuldade em conseguir recursos humanos adequados (pessoas familiarizadas na área);
  • dificuldade em conseguir suporte técnico (vital para seu funcionamento).
Finalizando
Hoje as bibliotecas estão expandindo seus horizontes, e para fazerem essa migração dos serviços tradicionais para o virtual elas devem investir pesado em ferramentas para os serviços informacionais baseados em ambiente Web, o serviço de referência virtual crescerão continuamente e conseguirá sempre mais seguidores. Assim talvez um dia essa seja a realidade de todas as bibliotecas no mundo.

Referência
PESSOA, Patrícia; CUNHA, Murilo Bastos. Perspectivas dos serviços de referência digital. Informação & Sociedade, João Pessoa, 2007, v.17, n.3, p. 69-82, set./jan. 2007.

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Serviço de Referênica Virtual ( Nathane Saldanha e Samira Vidal )

As Tecnologias de Informação e Comunicação tem permitido às bibliotecas tradicionais oferecerem serviços no espaço virtual. Os catálogos de acesso público on-line (OPAC) foram um dos seus primeiros serviços virtuais, cuja utilização possibilita ao usuário pesquisar sobre uma determinada publicação, independente da localização física. Atualmente, podem ser identificados na Internet diversos serviços de referência digitais, mas cada um apresenta uma abordagem diferente no modo de aplicação das tecnologias, como serviços destinados a usuários remotos que utilizam o web site de uma biblioteca. Segundo Márdero Arellano (2001, p.2), “os serviços de referência digital via correio eletrônico surgiram nos Estados Unidos no final da década de 1980, ao mesmo tempo em que as bibliotecas começaram a colocar seus catálogos na Internet.” A disponibilização do serviço de referência digital, através de uma página da Internet, tem gerado uma nova demanda para as bibliotecas, que a partir de então, independente da localização geográfica de seus usuários, permite que o acessem, fornecendo facilidade de acesso à informação de forma rápida, com baixo custo, abrindo um novo horizonte para a pesquisa: busca e obtenção de informações de qualquer tipo.
No início de 2001, na Library of Congress houve o primeiro simpósio para discutir os conceitos e as implementações dos serviços de referência digitais. Nele o professor David Lankes, da Syracuse University’s School of Information Studies, apontou o status desses serviços. Ele citou um estudo no qual 97,3% das bibliotecas universitárias americanas já possuíam algum tipo de serviço de referência digital, definido como “mecanismo pelo qual as pessoas podem enviar perguntas e obter respostas através de e-mail, chat ou formato Web” (SAUNDERS, 2001, tradução nossa). Para Figueiredo (1999, p.86), os bibliotecários devem procurar trabalhar em equipe com especialistas de informática para a utilização adequada de tecnologias no desenvolvimento de softwares e sistemas on-line que sejam mais poderosos e de mais fácil uso não só para o próprio trabalho mas também, o que é mais importante, para os usuários.

Para Felipe (2001), existem dois tipos de serviços de referência virtual: o avançado, que proporciona a consulta a um especialista - geralmente um profissional da informação - e o serviço de referência virtual simples, que consiste em um web site indicando links de acesso gratuito na Internet, de maneira organizada, com categorias de enciclopédias, dicionários, periódicos eletrônicos etc. Segundo Figueiredo (1996, p. 95) os usuários não precisam ir à biblioteca central ou ao edifício principal para acessar o serviço de referência digital. Esse serviço é destinado aos usuários reais e potenciais da organização e que também oferece a oportunidade da inclusão de diversos tipos de usuários, tais como:
A pessoas que não podem ir à biblioteca devido às barreiras físicas (deficientes, enfermos, presos, pessoas isoladas na zona rural). [...] Pessoas que não se considerariam usuários de bibliotecas ou não pensariam em ir a uma biblioteca para buscar informação. Por exemplo: surdos, para os quais a biblioteca prove acomodações onde podem receber informações via teletipo; para os cegos e isolados há a remessa de material pelo correio; para os isolados, em casas de repouso ou em centros comunitários, a biblioteca manda programas audiovisuais e educacionais.
Cunha (2000), comenta que no futuro do serviço de referência eletrônica existirá um programa de computador, denominado “agente inteligente”, que terá como objetivo executar funções como: extrair palavras-chave da expressão de busca elaborada pelo usuário remoto, adicionará sinônimos, organizará o resultado em uma estrutura hierárquica e enviará o resultado preliminar para o usuário. Este poderá fazer alterações e adicionar novos parâmetros, por exemplo, o período coberto e o tipo de documento. Atividades estas, hoje desenvolvidas pelo bibliotecário de referência.
À medida que a biblioteca caminha para a era digital, a mudança será inevitável, indo muito mais do que a oferta de livros eletrônicos. A missão e a existência da biblioteca universitária estão sendo questionadas. Se o serviço de auto-atendimento prevalecer, então o papel do bibliotecário deve mudar e suas interfaces com os usuários devem acompanhar essas alterações. O problema é que nessas mudanças existem inúmeras questões culturais, tecnológicas e comerciais, mas o principal fio condutor delas deve ser a redução dos custos da biblioteca e o aumento da qualidade dos serviços e produtos disponíveis a usuários locais e remotos. Portanto, a busca por qualidade, por entrega mais rápida ao usuário do documento e/ou informação e da sustentabilidade, possivelmente serão os grandes desafios a serem enfrentados pelas bibliotecas nos próximos anos.
Neste ponto vale a pena relembrar algumas das Cinco Leis da Biblioteconomia vistas em sala de aula elaboradas por Ranganathan, onde foi enfatizado o valor do tempo e a necessidade de poupar o tempo do usuário. Assim, cabe aqui o espírito da tripla injunção: “a cada livro o seu leitor”, “cada leitor o seu livro” e “poupe o tempo do leitor”.
Concluindo...


Como resposta da 4ª lei de Ranganathan ''poupe o tempo do seu leitor'', o serviço de referencia nos proporciona maior comodidade, pois atraves dele, o usuario nao precisa se deslocar para obter a informação desejada, pois este serviço oferece que isso seja feito via correio eletrônico, ou telefone, fax, etc...


Referência: http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/CienciadaInformacao/Dissertacoes/moreno_ps_me_mar.pdf ((•)) Ouça este post